Este nome sugestivo é
de um bairro da cidade de São José em Santa Catarina. Em 2008 na época daquelas
enchentes eu morava neste bairro que por sinal não me agradava em nada, na
minha rua havia muita casa “estranha”, mas uma era muito esquisita, tipo maloca
onde havia tráfico e consumo de drogas, lá eu quase não saía nem para minhas “
caçadas” noturnas kkk. Um dia vindo do meu trabalho à noite vi um rapaz com
aquela indumentária típica de marginal, ele passou olhou pra mim e eu também,
parou na esquina e resolvi voltar, chegando perguntou se eu tinha cigarro,
disse-lhe não usar nenhum tipo de droga lícita ou não incluindo álcool, o
garoto deu uma risada e perguntou o que eu fazia então para me divertir,
respondi que chupava rola e dava o cu. Nisso ele colocou o pau pra fora, não
era muito grande, porém grossinho e uma coisa boa: estava limpo!!
Então chupei com
vontade, disse garoto pelo modo de dizer, ele tinha bem uns 26 anos, fortinho,
pele clara e cara de safado, aproveitei e comecei a passar o dedinho no seu cu
e chupar com vontade a rola, ele começa a gemer, viro o bonitinho e enfio a
língua no seu cu de macho marginal, ele me chama de filho da puta e diz aquela
clássica: “Ninguém tinha feito isso em mim!” Disse que o cu não dava e quem
disse que eu iria comer? Levantei-me e mandei ele fazer o mesmo em mim, depois
de uns dez minutos com tesão à flor da pele passei-lhe uma camisinha e mandei
ele enfiar rola, ele bombou, bombou e gozou dentro da camisinha beliscando meu
peito, chamando-me de puta. Colocamos nossas roupas, eu fui pra casa chegando
lá dei uma masturbada legal. Uma trepada meio sem graça para fazer jus ao
bairro onde morei.
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