sábado, 28 de fevereiro de 2015

UN HOMBRE CON QUIEN APRENDÍ A SER Y AMAR UN HOMBRE

            Mi madre cuando se separó abrió una oficina de abogados, trabajan  ella más tres, no los conozco. Ella sale temprano de casa y vuelve a las 21h, excepto los viernes, sábados y domingos. En octubre pasado  la abogada de la família dio una cena en nuestra casa, entre los comensales estaban sus colegas, Mariana: una rubia de 32 años, Javier Panzo: un negro muy bonito e inteligente de unos 40 años y Sanil Carlos: un enano muy interesante y alegre, al total éramos en 8 personas de profesiones diversas, yo era el único que sólo estudiaba, pero no me sentía solo, participaba de la charla como se fuera un experto. El enano me hacía pensar en varias cosas y mismo tenía ganas de reírme. Alrededor  de medianoche casi todos ya habían partido, solamente se quedaran dos personas, los abogados iban a trabajar por la mañana.
                Estudio en una facultad muy conocida en mi ciudad, quiero seguir lo mismo de mis padres voy a ser un buen abogado, pero he faltado mucho a algunas clases este semestre entonces tuve algunos problemas, mi papá siempre me acompaña y le dije acerca del tema, me pedió para conversar con mi madre que se llama Pétalo Cristina del Amarillo, se lo cuenté todo, ella se quedó preocupada pues quiere mucho que su hijo sea juez. Dijo que iba a ver con el Señor Sanil Carlos que conoce muchas cosas de Derecho y Códigos.
               El último jueves mi madrecita dijo que todo estaba acordado entre ella y el enano y que las clases comenzarían todas las mañanas en la próxima semana en nuestra casa, pregunté a mi madre si él era para resolver solamente los pequenos casos, sobretodo aquellos en que hubiese niños kkkk, mi madre cerró la cara y dijo que no admitiría este tipo de chiste en relación a su colega de trabajo y que a pesar de sus 97 centímetros de talla era un profesional respectable y competente, de pronto me callé y le pedí disculpas.Hora y día acordados él llegó a mi casa con algunos papeles y libros, sentí su olor fuerte  de perfume masculino , fuimos a estudiar en mi dormitorio, hacía mucho calor, yo estaba sin camisa y de  pantalones cortos, abrí las dos ventanas ( ¡ no tengo aire acondicionado ! kkk), mi profesor  vestía pantalones verde claro, una regata azul, no sé pero no conseguia concentrarme en nada, más que él hablase no podia dejar de pensar en cosas absurdas como sentir su pequena mano en mi y ello me hacía mal porque tenía que estudiar y él era colega de trabajo de mi madre. Pasados 40 minutos le pedí para que nosotros descansáramos un poco y tomáramos un vaso de agua o algún zumo, fui a la cocina y cuando volví noté un bulto en el pantalón, pensé: debe ser mi imaginación, tal vez lo viese como un niño y no como un hombre, aproveché la situación y le pregunté si era casado o cosa parecida, me dijo que vivía solo en una casa toda adaptada y me hizo la misma pregunta, dije que casado no, pero tenía algunas novias. Comenzamos a estudiar  y entonces mi goma cayó y me bajé para cogerla fue cuando vi la polla de mi profesor que estaba demasiado dura, sentí que no aguantaría más seguir con la classe, le pregunté  se podría sacar mi camisa y le dije para hacer lo mismo.
                 El hombrecito fue a los servicios, aproveché  y después de un minuto fui y cuando entré  estaba aún con la polla en la mano, queria sentir y cogerla, se lo dije, Sanil declaró: Haz sé que siempre quisiste hacer esto ¿o estoy mentiendo ? Sacamos nuestras ropas y cuando lo vi todo desnudo me volví loco, su cuerpo era bonito, me senté encima de su cara, sentí su lengua en mi culo y también chupaba mi pene, nos besamos, sentí que mi profesor era una L invertida, le pedí que me pusiera en la boca o en la cola bien despacio para que yo la  sentiera toda por entero, nos quedamos así por un buen tiempo, passamos un gran momento juntos yo no pensaba en nadie u horas. El amigo de mi madre además bonito e inteligente sabe follar muy bien, mientras me besaba sentí la leche dentro de mi culito y también la sentí saliendo pues mi culo estaba dulcemente abierto, cambiamos juras de amor. Él dijo que queria mi leche  en su boca , lo hice y entonces nos besamos bastante.

               Desde aquél momento iba una vez por semana a su casa o él venía a la mía, es verdad  que saqué buenas notas, al passo que mi vida sentimental, social y familiar cambió mucho, seguimos así por algunos meses. No soy Blancanieves, pero también me gustan los enanos, pero el único que tuve fue Sanil y su polla inmensa.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

ONDE SE GANHA O PÃO COME A CARNE SIM !!!



                    Aqui no Carianos, um bairro de Florianópolis, existe uma padaria que é ponto de referência e nela trabalhavam meu tio e um rapaz chamado Emersil, ambos por coincidência são da cidade de Xaxim no oeste de Santa Catarina. Trabalhei lá há 3 anos e na ocasião tinha 23 anos, foi meu terceiro emprego e morava na Costeira do Pirajubaé, era ajudante de padeiro, mas acabava fazendo outras coisas. Por vezes dormíamos no estabelecimento para adiantar algumas coisas em determinadas épocas do ano, na verdade a equipe do forno éramos só nós três mesmo. Meu tio um cara de de 42 anos, bonito, loiro, de cabelos curtos, frequentador de academia, chamava muito a atenção e muito atencioso com nós dois principalmente com o rapaz, era seu conterrâneo e eu por ser sobrinho e o com nenhuma experiência na área. Emersil era moreno, meio bobão, gostava de trabalhar sem camisa, de short e falava muita idiotice, tinha uma namorada no bairro mesmo, um rapaz de olhos claros, de barba bem feita ( conseguiu trabalhar assim porque trabalhava há dois anos na padaria e era muito bom ), usava óculos, corpo normal, uma boca bem feita e parecia que ela pedia sexo a toda hora, nem usava cueca e a bunda parecia um bolo de noiva de tão redonda, máscula e pequena, umas pernas deliciosas de pessoa sem carro, ou seja, andava muito a pé e/ou corria para pegar ônibus kkkk, devia ter um 1m78, eu era meio apaixonado por ele, eu um rapaz ruivo de muitas sardas pelo corpo, estudante de Engenharia na UFSC, meio magro e tímido, eu me masturbava muitas vezes na semana pensando em várias pessoas.
                      Quando comecei a trabalhar na padaria meu tio achou melhor eu ficar com o Emersil pois os dois da mesma idade e o rapaz já dominava algumas coisas da panificação e nesta parte ele era muito profissional, porém eu comecei a nutrir uma vontade de comer o meu instrutor, no entanto segurava o desejo e nem conversávamos sobre mulher, namorada, esposa ou afins, ele falava da vontade de fazer um curso técnico e eu do meu e às vezes eu acabava levando coisas da faculdade para resolver lá e em algumas ocasiões ele se sentava ao meu lado e sem querer roçava as pernas nas minhas e acabava aproximando o rosto do meu e aquela mistura de odor me excitava bastante e numa dessas vezes e em que meu tio não foi eu acabei tirando um sarrinho, não sei se ele notou.
                  



 Nesta ocasião dormimos na padaria e fazia muito calor tanto fora como dentro devido aos fornos, ele e eu sem camisa, ele com uma calça leve e sem cueca, não agüentei e quando senti que ele dormia profundamente apertei o pau dele e puxei um pouco a calça. Gente, um pau lindíssimo pulou e meio duro, reto, de poucas veias, cheiroso, de uns 16 cm, aproveitei e desci o dedinho pelo cu, e foi aí que ele deu uma mexida, eu me assustei e recuei e para minha alegria ele disse: Cara, dá uma chupada, preciso trepar e sei que ficará entre nós dois! Disse que faria se ele fizesse o mesmo e deixasse chupar seu cu de macho, ele disse que chuparia o meu pau, o cu não, pensei: isso é bom, muito bom, assim que eu gosto kkk!!!
              Acabamos ficando nus e lhe disse que já sentia um tesão por ele há algum tempo, mas um tesão para dar uma pirocada naquela bunda, senti que ele deu uma roçada no meu pau, pois ele estava de costas para mim e eu beijava seu pescoço e costas e sentia que ele estava também cheio de tesão e já gemia, meu pau devia ter o mesmo tamanho, eu virei o cara e beijei muito aquela boca e começamos a agir como namorados, mordisquei aqueles mamilos de padeiro gostoso, fui descendo e segurei as pernas do xaxinense e meti a língua no cu do meu colega de trabalho, ele empurrava minha cabeça e no delírio o mancebo pede: enfia esta rola logo, Mortelço, vamos queimar a porra desta rosca !! E nós demos uma risada, encapei minha rola de fogo e enfiei devagar queria curtir o momento não sei se teria outra vez, bombei bastante e disse que estava sendo muito prazeroso e que gozasse dentro do seu cu, com isso meu tesão aumentou e em 3 minutos despejei o recheio do sonho, tirei a camisinha  e mostrei o tanto que havia gozado. Detei-me do seu lado e perguntei se estava tudo bem, ele disse que sim, o problema que queria mais naquela noite, fomos adiantar as coisas  e demos outra desta vez ele se sentou na rola como quem já tinha hábito e me disse que sentia que iria ficar viciado naquela porra de dar cu, beijamo-nos muito, de maneira bem apaixonada, chupei o seu pau e perguntei se ele queria me comer e para meu alívio e alegria disse que não sentia vontade.Depois daquele dia qdo havia oportunidade dávamos umas, sempre na padaria, mas sem contato na hora do trabalho ou quando havia alguém, sem viadagem e agir de maneira diferente. Até que um dia ...
                  ... no mês de abril não me lembro do que houve, mas a padaria recebeu bastantes encomendas e tínhamos que acelerar a produção de algumas coisas, numa noite meio fria meu tio disse que ia dormir em casa e como eu já estava craque em algumas coisas e etapas disse que não haveria problema em nos deixar sozinhos. Depois de uns 45 minutos que o irmão da minha mãe saiu e com o serviço bem adiantado, começamos a nos beijar e ficamos nus e de uma maneira louca trepamos naquela noite ( há duas semanas sem nada!) e no auge da transa  sentimos a presença do tio e claro que nos pegou, o Emersil enfiado entre as minhas pernas e eu dedando aquele buraquinho que já era meu há quase 3 meses, ele só se aproximou de mim e me mandou chupar aquela rola loira e grossa de 16 cm, depois de uns 5 minutos ele puxou o outro e ficamos nós três nos beijando e roçando os paus até que ele perguntou quem daria o cu, o conterrâneo dele disse que o dele já tinha dono, então disse que o alugaria aquela noite ao meu tio, ele gemeu bastante e apertava os mamilos se retorcendo de tesão, foi então que dei meu pau para ele mamar e  meu tio e eu gozamos quase ao mesmo tempo, pela primeira vez gozei na boca do putão e ele gostou muito, depois da transa vieram as perguntas da parte do meu tio só dissemos há quanto tempo trepávamos e que eu era o único homem da vida dele.
                   Meu tio quis transar com ele sem mim, mas Emersil não aceitou, acabei saindo da padaria e entrei num estágio, meu moreninho ficou ainda dois meses porque sua mulher estava grávida, transamos mais umas cinco vezes e a coisa esfriou, eu fui viver minha vida e comer outros cus, pensei em até trabalhar num açougue kkkkkk.
                  





terça-feira, 18 de novembro de 2014

UM PASTOR EVANGÉLICO ADORÁVEL



 Aqui no Itacorubi, um bairro muito bom da parte leste de Florianópolis, mora um rapaz de 26 anos que faz Medicina na UFSC, ele mora sozinho há uns dois anos, antes morava com mais dois colegas: um mineiro e uma piauiense ambos do curso de História da UDESC. Sauro nunca foi de freqüentar igrejas ou outros lugares religiosos, nem acredita nem desacredita, vive como lhe apraz !! Tem 3 irmãos , dois mais velhos , é um rapaz bonito de óculos, barba desenhada, gosto de se vestir de maneira discreta, nunca namorou sério, prefere ficar, transar e não se preocupar. Gosta de fazer caminhadas pelas redondezas, quando está disposto vai até o Córrego Grande.
              E foi numa dessas caminhadas que reencontrou o Mitol, não o via há meses, um rapaz loiro, de mesma idade e estatura, só que muito mais bonito e gostoso e de caráter horrível.No entanto disse que agora estava indo a uma igreja evangélica cujo pastor já havia sido de Almas e Angola e HÁ MAIS DE 5 ANOS estava convertido, Mitol estava na igreja há dois meses, praticamente não usava mais droga,morava na casa do pastor no bairro de Canasvieiras pois havia sido expulso da casa da família devido a tantos problemas, agora só bebia vinho e com o pastor !!, voltou ao curso de Economia numa faculdade particular e o religioso o ajudava. De vez em quando nosso personagem ajudava o Mitol financeiramente e de outras formas como abrigando em sua casa, mas devido a seu comportamento leviano foi impossível continuar, tanto que o estudante de Economia falou tanto de Sauro que o pastor queria conhecê-lo.
                Mitol fazia uns serviços de jardinagem em alguns bairros de Florianópolis, um dia foi à casa de Sauro, conversaram, almoçaram juntos e depois os dois deram uma ajeitada no quintal, em algumas plantas e nos dois cachorros, perguntou se poderia trazer o pastor no dia seguinte depois do culto,vista a aprovação o jardineiro partiu.              
                Por volta de umas 20h20 chegam a casa do estudante de Medicina, este estava só de cueca box e uma regata, acabava de tomar banho.Rueldo era um mulato lindíssimo, muito elegante e falava muito, tinha uma cara de ordinário, conversaram bastante, riram, de vez em quando o pastor tentava convencer o anfitrião sobre a idéia de se converter e sobre a vida que levara e como se sentia bem ajudando o futuro economista a levar uma conduta correta. Quando se deram conta já passava da meia-noite então Sauro os convidou para pernoitar lá no Itacorubi. Rueldo e Mitol dormiram na cama de casal no único quarto e Sauro na sala, este por volta das 2h sentiu sede foi à cozinha e aproveitou e passou no quarto para pegar uma revista, a porta estava meio aberta e viu os dois se beijando e gemendo nus, o pastor passava o dedo no cu delicioso da ovelha, o mundano não agüentou e entrou no recinto santo e se juntou a eles, o pastor tentou sair, mas Sauro disse que ficasse e continuasse e que sabia que toda aquela ajuda não seria de graça e sabia que o rapaz gostava de transar com homens.
                Os três se chuparam, se beijaram, o cu de Mitol era o mais desejado, mas o pau e o cu do evangélico era uma coisa divina, sobrenatural, de tão lindos eram bíblicos,o loiro gemia muito, pois era louco pela rola santa e negra do evangelizador,mas os 21 cm do futuro médico enfiados no cu o fazia delirar, era um sonho celestial, era como se uma cruz entrasse e saísse do seu toba purificando e santificando aquele momento, assim que sentiu o gozo Sauro , mandou os dois ficarem juntos e gozou em cima, o mulato arreganhou o cu e disse que não dava HÁ MESES e precisava sentir uma rola no cu e pediu pelo amor do Cristo, e escolheu o seu amado, este só era passivo, a piroca loira saiu da boca cheia de dentes e entrou na banguela, ele virou o rosto do bispo do Senhor beijou e mordeu e enfiou aquele crucifixo dourado fazendo o outro delirar, depois de uns 4 minutos gozou no templo de Salomão, dizendo que queria viver com os três, somente eles três com isso formariam uma santíssima trindade , tinham o espírito santo, calmo, leve e saciado pois estavam amarrados em nome de Jesus, eles se lamberem, transaram mais e de várias posições, houve uma  dupla penetração no rabo do futuro doutor, no começo do dia lá pelas 10h, acordaram juntos e não tendo com que se limparem, o religioso abriu sua pasta evangelizadora e rasgou umas folhas das Escrituras Sagradas e com elas se limpou, passou no pau de Sauro e no cu de Mitol depois deu o escarro matinal e jogou no lixo.

              Agora pelo menos duas vezes por semana Sauro fica na porta da igreja esperando os dois e de lá vão para casa, motéis, praias desertas e só a lua e os olhos do Altíssimo como testemunhas, claro sem atrapalhar na conversão de Mitol e atuação do ex-pecador e excelente ministro de Deus, Rueldo.

ROLA PARA O CASAL



Há 8 anos sou casado com uma mulher ruiva descendente de umas pessoas do norte de Roraima, ela se chama Vuilma, tem 36 anos e cabelos curtos, uma buceta bem cabeluda e sardas pelo pescoço, rosto e bunda, temos 3 filhos, fazemos sexo sempre e adoro chupar aqueles peitos ainda durinhos e lamber todo seu corpo. Eu me chamo Leopoldo Huiton, mesma idade, meio calvo, loiro, piroca de 21 cm, bem safado e adoro sexo, minha bunda sempre foi desejada por homens e mulheres e alguns e algumas já foram saciados.
          Moramos no centro de Florianópolis em frente ao Parque da Luz, onde vamos pela manhã com nossos 3 cachorros e onde já brincamos muito com nossos filhos quando eram menores.No ano passado, em 2013,fez muito frio em SC e nesta época fomos a uma festa na casa de uns amigos gaúchos aqui mesmo no centro e lá conhecemos uma garota muito interessante meio oriental, ela estava com o namorado um rapaz meio efeminado ( pelo menos eu achei!) e no meio da conversa descobrimos que ela é da mesma cidade onde eu cresci no leste do Paraná,bebemos bastante e minha esposa ficou meio alterada, resolvi ir embora e quando chegamos a casa comi, cheirei, mordi e chupei muito aquela buceta cor de fogo, ela cismou que eu fiquei a fim da garota, então disse que tinha vontade de transar com outra mulher e eu fui logo dizendo que não tinha vontade de transar com outro homem, aquilo me excitou então esfolei aquela buceta, comi seu cuzão e dei uns tapas na cara e bunda ela gozou bastante e eu idem.
              Passaram-se duas semanas quando Vuilma chega com a novidade que encontrara Jibloin , a garota meio oriental, no Largo da Alfândega e descobrira que ela é paisagista e estava de viagem marcada então resolveu convidá-la para nos visitar e de quebra dar uma olhada na nossa flora do jardim e na flora que cohabitava conosco por todas as partes da casa, coisa muito irritante por sinal e por isso já exterminei algumas ( sem minha esposa saber kkkk !!). Até estranhei que ela convidasse uma pessoa que mal conhecia vir a nossa casa, mas ela deveria ter lá suas razões.
  

  Numa quarta-feira muito fria à tarde eis que chega a paisagista sozinha, sem dúvida uma mulher muito inteligente, fiquei muito excitado, meu pau não queria ficar quieto.Fomos lanchar e de repente Jibloin deixa cair suco de goiaba na roupa, minha mulher diz para ela ir lá no nosso quarto assim poderia emprestar uma saia e camisa enquanto tenta dar um jeito na mancha, a garota recusa, mas a anfitriã acaba convencendo e as duas vão para o quarto, passados uns dez minutos eu entro e vejo minha mulher beijando a visita e mordiscando seus peitinhos, não resisto e me junto a ela, então minha putinha começa a gemer e se deita na cama abrindo as pernas, sussurro para a visita ficar à vontade e cair de boca na xoxota da minha gatinha. De repente noto que minha mulher faz menção de pegar na buceta da outra quando as duas estão uma em cima da outra, mas a outra não deixa, entro na festa, minha lindinha está toda peladinha, pulo pra cima da outra e vou abaixando sua calcinha enquanto a piranha da Vuilma beija-lhe a boca e segura seus braços, quando puxo a calcinha eis que surge uma rola de uns 16 cm, bem feitinha, não resisto e começo a chupar e ofereço a outra mulher, ela não acredita e diz que quer ser comida pelo travesti.As duas começam a roçar as “bucetinhas”, Jibloin começa a chupar os peitos e a buceta de Vuilma ela geme bastante e pede para ser enrabada, vejo a travesti de costas e enfio a língua no cu rosado e o dedo, aquilo me excita muito, ela se vira  e nos beijamos, meus 21 cm despertam e ela me chupa e passa o dedo pelo rabo enquanto minha mulher chupa sua rolinha de 16cm.
               Ficamos nesta loucura por muito tempo, de repente minha esposa tem a buceta penetrada por uma rola morena e bem dura, Jibloin bomba, bomba, bomba e morde o peito da vagabunda e Vuilma enfia o dedo no cu do travesti, aproveito e enfio minha rola no cu do travesti, acabo gozando então minha mulher pede para ele me comer, estou tão excitado que permito e chego a pedir isso, ele me come de frango assado e na hora de gozar, ele goza na minha cara e manda a vaca da minha mulher lamber e me beijar, ela vai a se junta a nós  e ficamos nos beijando e abraçando o resto da noite ... No dia seguinte ela parte para Hungria.

      

TRANSAR COM UM TRAVESTI MACHO





Se o título te parece um paradoxo, o fato de ser travesti também é, pois não? Moro num bairro aqui de Florianópolis chamado Costeira, perto do bairro onde se localiza o aeroporto, o bairro é praticamente formado por um terreno muito íngreme, uma via geral e do outro lado um mangue e uma localidade de pescadores. Como trabalho o dia inteiro quase não conheço ninguém e quando saio é mais à noite para caminhadas, sem intenção de trepar porque parece que aqui há um reduto de gente feia, esquisita, drogada e burra e como tenho medo de isto ser contagioso evito contato pois não conheço o antídoto kkk. Nem vou me descrever, fui modelo e comissário de bordo da TAM e hoje tenho uma loja de produtos naturais no centro de Florianópolis, vivo com dois cachorros, uma gata e meu namorado morreu há 9 meses afogado numa praia do norte da ilha ele era da Tunísia, mas ...
Cheguei de viagem no final de setembro e resolvi tirar mais uma semana fora da loja, tenho uma equipe muito boa que dá para eu fazer isso, vindo de carro por volta das 2h quase atropelei uma mulher na altura do elevado que fica entre os dois bairros, parei o carro e fui me desculpar e ver se estava bem pois levar-la-ia ao hospital, foi quando notei que era um travesti bonito e bem feminino, sempre evitei contato com este grupo. Ele (a) disse que estava bem e que não era para eu me preocupar, perguntei onde morava disse que ali perto inclusive estava indo para casa, disse que levaria a sua casa, no meio do caminho ele(a) começou com aquele papo com ideia de que todo homem é um cliente em potencial. Nome de Náiades Sêmele (juro que achei ridículo como a maioria dos nomes destes travestis, mas pelo menos era bonito (a) e educado (a). De repente ele (a) passou a mão no meu peito e disse que adorava enfiar o pau dele no cu de macho igual a mim, mas claro que antes dava uma boa chupada, confesso que fiquei bastante excitado, Náiades Sêmele era uma mistura das atrizes Anna Magnani e Greer Garson, então resolvi subir até seu apartamento.
A partir de agora deixo de lado a ideia de ambigüidade , pois ELA era uma mulher muito bonita com uma piroca de 21 cm e uma bunda bem feita e cuidada, beijamo-nos muito, meus 16 cm endureceram e ela guiava a situação, quando estava babando naquela rola de macho e ela apertando minha boca, de repente disse: Coloca esta bunda cabeluda de homem na minha cara para eu te mostrar o que é transar com um travesti macho!! Puta que pariu parece que ela fez curso pra isso, suávamos demais, ela chupou meu pau e me beijava com aquele gosto e cheiro de cu e pau, aquela mulher de penca estava me enlouquecendo, ela me jogou na cama e me mordiscou todo, principalmente meus mamilos, minha barriga e meu umbigo até que voltou para o pau, sem querer gozei na sua boca. Meu travesti macho disse que já estava na hora de eu agüentar sua vara pois estava relaxado, só pedi para não me machucar, não por ser a primeira vez, mas pela espessura, afinal meu namorado tinha um pau menor e com ele eu era versátil. Foram 15 minutos de puro prazer, ela me virou e me deu um banho de porra até o pé e caiu sobre mim beijando-me e elogiando pra terminar ela chupou cada dedo do meu pé, aquele travesti nasceu para fuder.
Já estava amanhecendo um sábado muito lindo na ilha de Desterro, convidou-me para tomar café, mas preferi recusar, precisava ir pra casa, um beijo muito gostoso entre mim e ela, quando eu estava saindo ela riu e disse: Contigo tive de ser Sérgio Augusto ...




FAUNA E FLORA







Há alguns anos comecei a ter interesse por contos que relatam sexo com animais e frutas e/ou verduras, mas nunca tive coragem ou oportunidade, com os verdes sim, pois os consumo kkk mas em relação a animais além do receio não os tenho nem em casa e nem contatos com aqueles com quem poderia ter relação como cães, macacos, eqüinos e tal. Sou manezinho da ilha de Santa Catarina, moro no norte da ilha com minha esposa, 3 filhos e meu tio, tenho 45 anos e trabalho na Comcap ( companhia de colheita de lixo daqui) como motorista de caminhão há mais de 15 anos, no ano retrasado ganhei do meu filho mais velho um notbook e comecei a mexer e entrar na Internet, e claro fui a alguns sites pornôs e lá li uns contos deste tipo, mas filmes havia pouco. Nunca tive relação homossexual nem mesmo chupada entre primos, minha família muito controladora e sempre sexo normal com minha esposa com quem só casado há 23 anos, o cu ela deu algumas vezes alegando que meu pau é grande e machuca e oral eu que chupo mais a buceta dela.
Mês passado li um conto que me deixou muito excitado, um rapaz tinha o hábito desde a adolescência enfiar legumes como aipim, cenoura, pepino e outros no cu e sentia muito prazer quando tinha o cu lambido pelo cachorro e um dia tentou dar o cu para um cavalo, mas não conseguiu porém vai tentar outras vezes. Aquilo me perturbou por dias, então semana passada meu primo que mora na Tapera, um bairro no sul da ilha meio rural pediu para eu ficar lá cuidando da rocinha dele enquanto ele ia resolver umas coisas em Campo Erê uma cidade de Santa Catarina, eu estava de férias. Uma noite estava chovendo bastante e pouco trabalhei , fiquei em casa ouvindo música e vendo televisão, até que me lembrei da história dos legumes, fui até a cozinha e peguei um aipim e uma cenoura e comecei a roçar os dois no cu e fui ficando excitado para não me machucar coloquei camisinha nos dois e ia alternando, meu cu alargando eu sentindo muito prazer, gemendo, batendo punheta até que gozei com o aipim no cu e dormi com ele lá, quando me acordei estava com vontade de cagar, com o cu dolorido, mas bem satisfeito e pensei: será que vou viciar?!
Durante o dia fiz algumas coisas, fui à rua, o tempo estava nublado deu para arrumar umas coisas na roça até que senti o cu piscando querendo cenoura e aipim, não quis saber tirei a roupa e fui para o quarto e enfiei só a cenoura, gemia, apertava meus mamilos, passava cuspe lá e acabei gozando tirando e botando aquela cenoura média no meu buraco. Quatro dias antes do meu primo chegar já viciado em enfiar aquelas verduras no cu tentei dar para um pangarezinho chamado Pégasus que ele tem, tive nojo, então resolvi dar um banho caprichado nele e lavar bem o seu pau. Por volta das 22h fui lá no local onde ficava o pangarezinho, ele estava dormindo, peguei na rola dele , mas não tive coragem de chupar, muito nojo, acho que ele não transava há um tempão porque logo logo ela ficou dura, senti um tesão que me assustou, tinha levado gel , enchi meu cu e comecei a roçar nele, o bicho ficou louco e quis forçar, eu deixei até quando agüentei, eu parecia uma égua no cio, gemia forte, me contorcia e pedia para ele enfiar mais como se o animal entendesse e pudesse, até que eu gozei e o Pégasus nada de gozar, bati uma punheta e saiu uma gosma viscosa que ficou no chão, fui para casa e ainda com tesão, os dias passaram, não fui mais ver o cavalo, só nos legumes e acabei voltando pra casa, porém aqui não tenho coragem nem de enfiar o dedo no cu só continuo lendo e vendo coisas do tipo e quando como a pomba da minha mulher penso, fico mais excitado e ela que sofre e numa dessas vezes pensei no meu pangaré.





EM UM BAIRRO DA VELHA FLORIANÓPOLIS





Sou um maranhense de Carolina que vim passar um tempo na casa de um conterrâneo que mora no bairro do Saco Grande, ele já estava no bairro há um ano e meses, isto aconteceu em 2010 no começo do ano, quase todo dia eu ia à praia às vezes sozinho outras com meu colega, mas em relação a transar ficava meio difícil pois não conhecia ninguém, tinha receio de sair sozinho e me perder e o bairro é meio barra pesada. Meu colega tinha um garoto a quem ele fornecia “marmita” às vezes, meio marginalzinho.
Precisei de uma costureira para consertar uma bermuda e colocar um zíper numa calça jeans e encontrei a profissional no começo de uma ladeira (ainda bem porque não tenho disposição para subir estas ladeiras íngremes ) fui bem cedo enquanto estava conversando com ela eis que surge seu filho saindo do banheiro só de cueca com aquela meia excitação matinal, eu não acreditei naquilo, ele ficou muito sem graça se desculpou e a mãe deu uma bronca e se desculpou comigo, eu disse que não havia problema e já estava acostumado pois morava com irmãos, então começamos a conversar sobre família e minha vida no Maranhão e tal, mas eu não conseguia baixar o pau pensando naquele moleque loirinho com um corpo bem gostosinho, uma bunda maravilhosa e cabelo raspado e com jeito de educado e estudioso e com aparelho nos dentes. A mãe disse que ele tinha 20 anos e se chamava Nestor e que trabalhava num supermercado do Floripa Shopping há mais de 2 anos e que não dava trabalho, ficamos nisso uns 20 minutos até que fui embora, cheguei a casa, tomei banho e resolvi me deitar e pensar no Nestor . . .
Tenho traços indígenas, um pau de 21 cm, sou ativo. 1m68, pratico musculação, sou o que chamamos aqui no Nordeste, meio batoré kkk, no começo da noite fui ao shopping e advinha onde fiz compras? E por um acaso encontrei minha delícia num corredor, ele me reconheceu e se desculpou mais uma vez, disse-lhe que tinha chegado há uma semana e se ele aceitaria tomar uma gelada comigo , então marcamos num bar no centro perto da Praça XV próximo ao antigo Terminal Rodoviário, ele me explicava as coisas, sem dúvida era um rapaz encantador, gentil, gostoso e bonito e eu já explodindo de tesão, bebemos pouco eu muito menos, de vez em quando ele me abraçava, como colegas heterossexuais sem forçação , falava de mulheres, do trabalho e irmãos e eu segurando a barra, quando demo-nos conta já passava das 2h, ainda bem que era folga dele no dia seguinte , pegamos um táxi, perguntou se poderia dormir lá em casa pois chegar àquela hora em casa não seria legal!
Chegando a casa lhe disse que no meu quarto havia um colchonete de casal e se havia problema, ele disse que não, pois já tinha dividido por meses a cama com um irmão e que iria dormir de bermuda e cueca e começou a rir e disse que roncava um pouco. Tomamos um banho, deitei-me só de cueca fazia muito calor e eu ainda com tesão dividindo a cama com uma coisa gostosa daquela, no meio da noite o Nestor começou a se mexer ficar impaciente, até que se levantou foi à cozinha tomou água e perguntou se poderia ficar só de cueca não agüentava o calor e tal, ficamos nós dois de cueca, num determinado tempo ele encostou a bunda no meu pau que já latejava, ele se virou pra mim e perguntou se era tesão por ele, eu disse que sim, então ele me disse para chupá-lo disse que o faria se ele fizesse primeiro, ele disse que tinha medo, então dei-lhe um beijo maravilhoso e fui correspondido, ele foi e pegou no meu pau e começou a gemer, aproveitei e desci a mão até a bunda (meu objeto de desejo), ele disse: Não, Josivaldo, tu vas me machucar, cara!!, respondi: Jamais, pequeno, você é muito desejado para eu fazer isso, Nestor, confia em mim, por favor!! Coloquei as pernas dele pra cima, chupei o pau e comecei a lamber aquele cuzinho loiro, ele não se agüentava e começava a tremer e a gemer, subi mordisquei os peitinhos, o umbigo e beijava meu loirinho bastante até deixar ele relaxado e encapar a minha pica passar gel e enfiá-la naquele buraquinho lindo, foi aí que ele se soltou pediu mais, bombei quando sentia que ia gozar tirava, queria o filho da costureira bem relaxado, depois de uns 30 minutos de muita foda eu acabei gozando , enchendo a camisinha de porra dentro do seu cu, mas meu lindo ainda nada, ele pediu pra chupar, chupei e o filho da puta gozou na minha boca, tive a ideia de beijá-lo com a porra dele, ele vibrou e gemia dizendo que queria mais outras vezes e acabamos namorando pelo tempo que fiquei por Florianópolis, quando voltei para Carolina nos falávamos por e-mail e face, um dia ele disse que sentia um tesão enorme pelo meu saco grande !!!!!!!!