terça-feira, 18 de novembro de 2014

EM UM BAIRRO DA VELHA FLORIANÓPOLIS





Sou um maranhense de Carolina que vim passar um tempo na casa de um conterrâneo que mora no bairro do Saco Grande, ele já estava no bairro há um ano e meses, isto aconteceu em 2010 no começo do ano, quase todo dia eu ia à praia às vezes sozinho outras com meu colega, mas em relação a transar ficava meio difícil pois não conhecia ninguém, tinha receio de sair sozinho e me perder e o bairro é meio barra pesada. Meu colega tinha um garoto a quem ele fornecia “marmita” às vezes, meio marginalzinho.
Precisei de uma costureira para consertar uma bermuda e colocar um zíper numa calça jeans e encontrei a profissional no começo de uma ladeira (ainda bem porque não tenho disposição para subir estas ladeiras íngremes ) fui bem cedo enquanto estava conversando com ela eis que surge seu filho saindo do banheiro só de cueca com aquela meia excitação matinal, eu não acreditei naquilo, ele ficou muito sem graça se desculpou e a mãe deu uma bronca e se desculpou comigo, eu disse que não havia problema e já estava acostumado pois morava com irmãos, então começamos a conversar sobre família e minha vida no Maranhão e tal, mas eu não conseguia baixar o pau pensando naquele moleque loirinho com um corpo bem gostosinho, uma bunda maravilhosa e cabelo raspado e com jeito de educado e estudioso e com aparelho nos dentes. A mãe disse que ele tinha 20 anos e se chamava Nestor e que trabalhava num supermercado do Floripa Shopping há mais de 2 anos e que não dava trabalho, ficamos nisso uns 20 minutos até que fui embora, cheguei a casa, tomei banho e resolvi me deitar e pensar no Nestor . . .
Tenho traços indígenas, um pau de 21 cm, sou ativo. 1m68, pratico musculação, sou o que chamamos aqui no Nordeste, meio batoré kkk, no começo da noite fui ao shopping e advinha onde fiz compras? E por um acaso encontrei minha delícia num corredor, ele me reconheceu e se desculpou mais uma vez, disse-lhe que tinha chegado há uma semana e se ele aceitaria tomar uma gelada comigo , então marcamos num bar no centro perto da Praça XV próximo ao antigo Terminal Rodoviário, ele me explicava as coisas, sem dúvida era um rapaz encantador, gentil, gostoso e bonito e eu já explodindo de tesão, bebemos pouco eu muito menos, de vez em quando ele me abraçava, como colegas heterossexuais sem forçação , falava de mulheres, do trabalho e irmãos e eu segurando a barra, quando demo-nos conta já passava das 2h, ainda bem que era folga dele no dia seguinte , pegamos um táxi, perguntou se poderia dormir lá em casa pois chegar àquela hora em casa não seria legal!
Chegando a casa lhe disse que no meu quarto havia um colchonete de casal e se havia problema, ele disse que não, pois já tinha dividido por meses a cama com um irmão e que iria dormir de bermuda e cueca e começou a rir e disse que roncava um pouco. Tomamos um banho, deitei-me só de cueca fazia muito calor e eu ainda com tesão dividindo a cama com uma coisa gostosa daquela, no meio da noite o Nestor começou a se mexer ficar impaciente, até que se levantou foi à cozinha tomou água e perguntou se poderia ficar só de cueca não agüentava o calor e tal, ficamos nós dois de cueca, num determinado tempo ele encostou a bunda no meu pau que já latejava, ele se virou pra mim e perguntou se era tesão por ele, eu disse que sim, então ele me disse para chupá-lo disse que o faria se ele fizesse primeiro, ele disse que tinha medo, então dei-lhe um beijo maravilhoso e fui correspondido, ele foi e pegou no meu pau e começou a gemer, aproveitei e desci a mão até a bunda (meu objeto de desejo), ele disse: Não, Josivaldo, tu vas me machucar, cara!!, respondi: Jamais, pequeno, você é muito desejado para eu fazer isso, Nestor, confia em mim, por favor!! Coloquei as pernas dele pra cima, chupei o pau e comecei a lamber aquele cuzinho loiro, ele não se agüentava e começava a tremer e a gemer, subi mordisquei os peitinhos, o umbigo e beijava meu loirinho bastante até deixar ele relaxado e encapar a minha pica passar gel e enfiá-la naquele buraquinho lindo, foi aí que ele se soltou pediu mais, bombei quando sentia que ia gozar tirava, queria o filho da costureira bem relaxado, depois de uns 30 minutos de muita foda eu acabei gozando , enchendo a camisinha de porra dentro do seu cu, mas meu lindo ainda nada, ele pediu pra chupar, chupei e o filho da puta gozou na minha boca, tive a ideia de beijá-lo com a porra dele, ele vibrou e gemia dizendo que queria mais outras vezes e acabamos namorando pelo tempo que fiquei por Florianópolis, quando voltei para Carolina nos falávamos por e-mail e face, um dia ele disse que sentia um tesão enorme pelo meu saco grande !!!!!!!!




Nenhum comentário:

Postar um comentário