quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

ONDE SE GANHA O PÃO COME A CARNE SIM !!!



                    Aqui no Carianos, um bairro de Florianópolis, existe uma padaria que é ponto de referência e nela trabalhavam meu tio e um rapaz chamado Emersil, ambos por coincidência são da cidade de Xaxim no oeste de Santa Catarina. Trabalhei lá há 3 anos e na ocasião tinha 23 anos, foi meu terceiro emprego e morava na Costeira do Pirajubaé, era ajudante de padeiro, mas acabava fazendo outras coisas. Por vezes dormíamos no estabelecimento para adiantar algumas coisas em determinadas épocas do ano, na verdade a equipe do forno éramos só nós três mesmo. Meu tio um cara de de 42 anos, bonito, loiro, de cabelos curtos, frequentador de academia, chamava muito a atenção e muito atencioso com nós dois principalmente com o rapaz, era seu conterrâneo e eu por ser sobrinho e o com nenhuma experiência na área. Emersil era moreno, meio bobão, gostava de trabalhar sem camisa, de short e falava muita idiotice, tinha uma namorada no bairro mesmo, um rapaz de olhos claros, de barba bem feita ( conseguiu trabalhar assim porque trabalhava há dois anos na padaria e era muito bom ), usava óculos, corpo normal, uma boca bem feita e parecia que ela pedia sexo a toda hora, nem usava cueca e a bunda parecia um bolo de noiva de tão redonda, máscula e pequena, umas pernas deliciosas de pessoa sem carro, ou seja, andava muito a pé e/ou corria para pegar ônibus kkkk, devia ter um 1m78, eu era meio apaixonado por ele, eu um rapaz ruivo de muitas sardas pelo corpo, estudante de Engenharia na UFSC, meio magro e tímido, eu me masturbava muitas vezes na semana pensando em várias pessoas.
                      Quando comecei a trabalhar na padaria meu tio achou melhor eu ficar com o Emersil pois os dois da mesma idade e o rapaz já dominava algumas coisas da panificação e nesta parte ele era muito profissional, porém eu comecei a nutrir uma vontade de comer o meu instrutor, no entanto segurava o desejo e nem conversávamos sobre mulher, namorada, esposa ou afins, ele falava da vontade de fazer um curso técnico e eu do meu e às vezes eu acabava levando coisas da faculdade para resolver lá e em algumas ocasiões ele se sentava ao meu lado e sem querer roçava as pernas nas minhas e acabava aproximando o rosto do meu e aquela mistura de odor me excitava bastante e numa dessas vezes e em que meu tio não foi eu acabei tirando um sarrinho, não sei se ele notou.
                  



 Nesta ocasião dormimos na padaria e fazia muito calor tanto fora como dentro devido aos fornos, ele e eu sem camisa, ele com uma calça leve e sem cueca, não agüentei e quando senti que ele dormia profundamente apertei o pau dele e puxei um pouco a calça. Gente, um pau lindíssimo pulou e meio duro, reto, de poucas veias, cheiroso, de uns 16 cm, aproveitei e desci o dedinho pelo cu, e foi aí que ele deu uma mexida, eu me assustei e recuei e para minha alegria ele disse: Cara, dá uma chupada, preciso trepar e sei que ficará entre nós dois! Disse que faria se ele fizesse o mesmo e deixasse chupar seu cu de macho, ele disse que chuparia o meu pau, o cu não, pensei: isso é bom, muito bom, assim que eu gosto kkk!!!
              Acabamos ficando nus e lhe disse que já sentia um tesão por ele há algum tempo, mas um tesão para dar uma pirocada naquela bunda, senti que ele deu uma roçada no meu pau, pois ele estava de costas para mim e eu beijava seu pescoço e costas e sentia que ele estava também cheio de tesão e já gemia, meu pau devia ter o mesmo tamanho, eu virei o cara e beijei muito aquela boca e começamos a agir como namorados, mordisquei aqueles mamilos de padeiro gostoso, fui descendo e segurei as pernas do xaxinense e meti a língua no cu do meu colega de trabalho, ele empurrava minha cabeça e no delírio o mancebo pede: enfia esta rola logo, Mortelço, vamos queimar a porra desta rosca !! E nós demos uma risada, encapei minha rola de fogo e enfiei devagar queria curtir o momento não sei se teria outra vez, bombei bastante e disse que estava sendo muito prazeroso e que gozasse dentro do seu cu, com isso meu tesão aumentou e em 3 minutos despejei o recheio do sonho, tirei a camisinha  e mostrei o tanto que havia gozado. Detei-me do seu lado e perguntei se estava tudo bem, ele disse que sim, o problema que queria mais naquela noite, fomos adiantar as coisas  e demos outra desta vez ele se sentou na rola como quem já tinha hábito e me disse que sentia que iria ficar viciado naquela porra de dar cu, beijamo-nos muito, de maneira bem apaixonada, chupei o seu pau e perguntei se ele queria me comer e para meu alívio e alegria disse que não sentia vontade.Depois daquele dia qdo havia oportunidade dávamos umas, sempre na padaria, mas sem contato na hora do trabalho ou quando havia alguém, sem viadagem e agir de maneira diferente. Até que um dia ...
                  ... no mês de abril não me lembro do que houve, mas a padaria recebeu bastantes encomendas e tínhamos que acelerar a produção de algumas coisas, numa noite meio fria meu tio disse que ia dormir em casa e como eu já estava craque em algumas coisas e etapas disse que não haveria problema em nos deixar sozinhos. Depois de uns 45 minutos que o irmão da minha mãe saiu e com o serviço bem adiantado, começamos a nos beijar e ficamos nus e de uma maneira louca trepamos naquela noite ( há duas semanas sem nada!) e no auge da transa  sentimos a presença do tio e claro que nos pegou, o Emersil enfiado entre as minhas pernas e eu dedando aquele buraquinho que já era meu há quase 3 meses, ele só se aproximou de mim e me mandou chupar aquela rola loira e grossa de 16 cm, depois de uns 5 minutos ele puxou o outro e ficamos nós três nos beijando e roçando os paus até que ele perguntou quem daria o cu, o conterrâneo dele disse que o dele já tinha dono, então disse que o alugaria aquela noite ao meu tio, ele gemeu bastante e apertava os mamilos se retorcendo de tesão, foi então que dei meu pau para ele mamar e  meu tio e eu gozamos quase ao mesmo tempo, pela primeira vez gozei na boca do putão e ele gostou muito, depois da transa vieram as perguntas da parte do meu tio só dissemos há quanto tempo trepávamos e que eu era o único homem da vida dele.
                   Meu tio quis transar com ele sem mim, mas Emersil não aceitou, acabei saindo da padaria e entrei num estágio, meu moreninho ficou ainda dois meses porque sua mulher estava grávida, transamos mais umas cinco vezes e a coisa esfriou, eu fui viver minha vida e comer outros cus, pensei em até trabalhar num açougue kkkkkk.
                  





terça-feira, 18 de novembro de 2014

UM PASTOR EVANGÉLICO ADORÁVEL



 Aqui no Itacorubi, um bairro muito bom da parte leste de Florianópolis, mora um rapaz de 26 anos que faz Medicina na UFSC, ele mora sozinho há uns dois anos, antes morava com mais dois colegas: um mineiro e uma piauiense ambos do curso de História da UDESC. Sauro nunca foi de freqüentar igrejas ou outros lugares religiosos, nem acredita nem desacredita, vive como lhe apraz !! Tem 3 irmãos , dois mais velhos , é um rapaz bonito de óculos, barba desenhada, gosto de se vestir de maneira discreta, nunca namorou sério, prefere ficar, transar e não se preocupar. Gosta de fazer caminhadas pelas redondezas, quando está disposto vai até o Córrego Grande.
              E foi numa dessas caminhadas que reencontrou o Mitol, não o via há meses, um rapaz loiro, de mesma idade e estatura, só que muito mais bonito e gostoso e de caráter horrível.No entanto disse que agora estava indo a uma igreja evangélica cujo pastor já havia sido de Almas e Angola e HÁ MAIS DE 5 ANOS estava convertido, Mitol estava na igreja há dois meses, praticamente não usava mais droga,morava na casa do pastor no bairro de Canasvieiras pois havia sido expulso da casa da família devido a tantos problemas, agora só bebia vinho e com o pastor !!, voltou ao curso de Economia numa faculdade particular e o religioso o ajudava. De vez em quando nosso personagem ajudava o Mitol financeiramente e de outras formas como abrigando em sua casa, mas devido a seu comportamento leviano foi impossível continuar, tanto que o estudante de Economia falou tanto de Sauro que o pastor queria conhecê-lo.
                Mitol fazia uns serviços de jardinagem em alguns bairros de Florianópolis, um dia foi à casa de Sauro, conversaram, almoçaram juntos e depois os dois deram uma ajeitada no quintal, em algumas plantas e nos dois cachorros, perguntou se poderia trazer o pastor no dia seguinte depois do culto,vista a aprovação o jardineiro partiu.              
                Por volta de umas 20h20 chegam a casa do estudante de Medicina, este estava só de cueca box e uma regata, acabava de tomar banho.Rueldo era um mulato lindíssimo, muito elegante e falava muito, tinha uma cara de ordinário, conversaram bastante, riram, de vez em quando o pastor tentava convencer o anfitrião sobre a idéia de se converter e sobre a vida que levara e como se sentia bem ajudando o futuro economista a levar uma conduta correta. Quando se deram conta já passava da meia-noite então Sauro os convidou para pernoitar lá no Itacorubi. Rueldo e Mitol dormiram na cama de casal no único quarto e Sauro na sala, este por volta das 2h sentiu sede foi à cozinha e aproveitou e passou no quarto para pegar uma revista, a porta estava meio aberta e viu os dois se beijando e gemendo nus, o pastor passava o dedo no cu delicioso da ovelha, o mundano não agüentou e entrou no recinto santo e se juntou a eles, o pastor tentou sair, mas Sauro disse que ficasse e continuasse e que sabia que toda aquela ajuda não seria de graça e sabia que o rapaz gostava de transar com homens.
                Os três se chuparam, se beijaram, o cu de Mitol era o mais desejado, mas o pau e o cu do evangélico era uma coisa divina, sobrenatural, de tão lindos eram bíblicos,o loiro gemia muito, pois era louco pela rola santa e negra do evangelizador,mas os 21 cm do futuro médico enfiados no cu o fazia delirar, era um sonho celestial, era como se uma cruz entrasse e saísse do seu toba purificando e santificando aquele momento, assim que sentiu o gozo Sauro , mandou os dois ficarem juntos e gozou em cima, o mulato arreganhou o cu e disse que não dava HÁ MESES e precisava sentir uma rola no cu e pediu pelo amor do Cristo, e escolheu o seu amado, este só era passivo, a piroca loira saiu da boca cheia de dentes e entrou na banguela, ele virou o rosto do bispo do Senhor beijou e mordeu e enfiou aquele crucifixo dourado fazendo o outro delirar, depois de uns 4 minutos gozou no templo de Salomão, dizendo que queria viver com os três, somente eles três com isso formariam uma santíssima trindade , tinham o espírito santo, calmo, leve e saciado pois estavam amarrados em nome de Jesus, eles se lamberem, transaram mais e de várias posições, houve uma  dupla penetração no rabo do futuro doutor, no começo do dia lá pelas 10h, acordaram juntos e não tendo com que se limparem, o religioso abriu sua pasta evangelizadora e rasgou umas folhas das Escrituras Sagradas e com elas se limpou, passou no pau de Sauro e no cu de Mitol depois deu o escarro matinal e jogou no lixo.

              Agora pelo menos duas vezes por semana Sauro fica na porta da igreja esperando os dois e de lá vão para casa, motéis, praias desertas e só a lua e os olhos do Altíssimo como testemunhas, claro sem atrapalhar na conversão de Mitol e atuação do ex-pecador e excelente ministro de Deus, Rueldo.

ROLA PARA O CASAL



Há 8 anos sou casado com uma mulher ruiva descendente de umas pessoas do norte de Roraima, ela se chama Vuilma, tem 36 anos e cabelos curtos, uma buceta bem cabeluda e sardas pelo pescoço, rosto e bunda, temos 3 filhos, fazemos sexo sempre e adoro chupar aqueles peitos ainda durinhos e lamber todo seu corpo. Eu me chamo Leopoldo Huiton, mesma idade, meio calvo, loiro, piroca de 21 cm, bem safado e adoro sexo, minha bunda sempre foi desejada por homens e mulheres e alguns e algumas já foram saciados.
          Moramos no centro de Florianópolis em frente ao Parque da Luz, onde vamos pela manhã com nossos 3 cachorros e onde já brincamos muito com nossos filhos quando eram menores.No ano passado, em 2013,fez muito frio em SC e nesta época fomos a uma festa na casa de uns amigos gaúchos aqui mesmo no centro e lá conhecemos uma garota muito interessante meio oriental, ela estava com o namorado um rapaz meio efeminado ( pelo menos eu achei!) e no meio da conversa descobrimos que ela é da mesma cidade onde eu cresci no leste do Paraná,bebemos bastante e minha esposa ficou meio alterada, resolvi ir embora e quando chegamos a casa comi, cheirei, mordi e chupei muito aquela buceta cor de fogo, ela cismou que eu fiquei a fim da garota, então disse que tinha vontade de transar com outra mulher e eu fui logo dizendo que não tinha vontade de transar com outro homem, aquilo me excitou então esfolei aquela buceta, comi seu cuzão e dei uns tapas na cara e bunda ela gozou bastante e eu idem.
              Passaram-se duas semanas quando Vuilma chega com a novidade que encontrara Jibloin , a garota meio oriental, no Largo da Alfândega e descobrira que ela é paisagista e estava de viagem marcada então resolveu convidá-la para nos visitar e de quebra dar uma olhada na nossa flora do jardim e na flora que cohabitava conosco por todas as partes da casa, coisa muito irritante por sinal e por isso já exterminei algumas ( sem minha esposa saber kkkk !!). Até estranhei que ela convidasse uma pessoa que mal conhecia vir a nossa casa, mas ela deveria ter lá suas razões.
  

  Numa quarta-feira muito fria à tarde eis que chega a paisagista sozinha, sem dúvida uma mulher muito inteligente, fiquei muito excitado, meu pau não queria ficar quieto.Fomos lanchar e de repente Jibloin deixa cair suco de goiaba na roupa, minha mulher diz para ela ir lá no nosso quarto assim poderia emprestar uma saia e camisa enquanto tenta dar um jeito na mancha, a garota recusa, mas a anfitriã acaba convencendo e as duas vão para o quarto, passados uns dez minutos eu entro e vejo minha mulher beijando a visita e mordiscando seus peitinhos, não resisto e me junto a ela, então minha putinha começa a gemer e se deita na cama abrindo as pernas, sussurro para a visita ficar à vontade e cair de boca na xoxota da minha gatinha. De repente noto que minha mulher faz menção de pegar na buceta da outra quando as duas estão uma em cima da outra, mas a outra não deixa, entro na festa, minha lindinha está toda peladinha, pulo pra cima da outra e vou abaixando sua calcinha enquanto a piranha da Vuilma beija-lhe a boca e segura seus braços, quando puxo a calcinha eis que surge uma rola de uns 16 cm, bem feitinha, não resisto e começo a chupar e ofereço a outra mulher, ela não acredita e diz que quer ser comida pelo travesti.As duas começam a roçar as “bucetinhas”, Jibloin começa a chupar os peitos e a buceta de Vuilma ela geme bastante e pede para ser enrabada, vejo a travesti de costas e enfio a língua no cu rosado e o dedo, aquilo me excita muito, ela se vira  e nos beijamos, meus 21 cm despertam e ela me chupa e passa o dedo pelo rabo enquanto minha mulher chupa sua rolinha de 16cm.
               Ficamos nesta loucura por muito tempo, de repente minha esposa tem a buceta penetrada por uma rola morena e bem dura, Jibloin bomba, bomba, bomba e morde o peito da vagabunda e Vuilma enfia o dedo no cu do travesti, aproveito e enfio minha rola no cu do travesti, acabo gozando então minha mulher pede para ele me comer, estou tão excitado que permito e chego a pedir isso, ele me come de frango assado e na hora de gozar, ele goza na minha cara e manda a vaca da minha mulher lamber e me beijar, ela vai a se junta a nós  e ficamos nos beijando e abraçando o resto da noite ... No dia seguinte ela parte para Hungria.

      

TRANSAR COM UM TRAVESTI MACHO





Se o título te parece um paradoxo, o fato de ser travesti também é, pois não? Moro num bairro aqui de Florianópolis chamado Costeira, perto do bairro onde se localiza o aeroporto, o bairro é praticamente formado por um terreno muito íngreme, uma via geral e do outro lado um mangue e uma localidade de pescadores. Como trabalho o dia inteiro quase não conheço ninguém e quando saio é mais à noite para caminhadas, sem intenção de trepar porque parece que aqui há um reduto de gente feia, esquisita, drogada e burra e como tenho medo de isto ser contagioso evito contato pois não conheço o antídoto kkk. Nem vou me descrever, fui modelo e comissário de bordo da TAM e hoje tenho uma loja de produtos naturais no centro de Florianópolis, vivo com dois cachorros, uma gata e meu namorado morreu há 9 meses afogado numa praia do norte da ilha ele era da Tunísia, mas ...
Cheguei de viagem no final de setembro e resolvi tirar mais uma semana fora da loja, tenho uma equipe muito boa que dá para eu fazer isso, vindo de carro por volta das 2h quase atropelei uma mulher na altura do elevado que fica entre os dois bairros, parei o carro e fui me desculpar e ver se estava bem pois levar-la-ia ao hospital, foi quando notei que era um travesti bonito e bem feminino, sempre evitei contato com este grupo. Ele (a) disse que estava bem e que não era para eu me preocupar, perguntei onde morava disse que ali perto inclusive estava indo para casa, disse que levaria a sua casa, no meio do caminho ele(a) começou com aquele papo com ideia de que todo homem é um cliente em potencial. Nome de Náiades Sêmele (juro que achei ridículo como a maioria dos nomes destes travestis, mas pelo menos era bonito (a) e educado (a). De repente ele (a) passou a mão no meu peito e disse que adorava enfiar o pau dele no cu de macho igual a mim, mas claro que antes dava uma boa chupada, confesso que fiquei bastante excitado, Náiades Sêmele era uma mistura das atrizes Anna Magnani e Greer Garson, então resolvi subir até seu apartamento.
A partir de agora deixo de lado a ideia de ambigüidade , pois ELA era uma mulher muito bonita com uma piroca de 21 cm e uma bunda bem feita e cuidada, beijamo-nos muito, meus 16 cm endureceram e ela guiava a situação, quando estava babando naquela rola de macho e ela apertando minha boca, de repente disse: Coloca esta bunda cabeluda de homem na minha cara para eu te mostrar o que é transar com um travesti macho!! Puta que pariu parece que ela fez curso pra isso, suávamos demais, ela chupou meu pau e me beijava com aquele gosto e cheiro de cu e pau, aquela mulher de penca estava me enlouquecendo, ela me jogou na cama e me mordiscou todo, principalmente meus mamilos, minha barriga e meu umbigo até que voltou para o pau, sem querer gozei na sua boca. Meu travesti macho disse que já estava na hora de eu agüentar sua vara pois estava relaxado, só pedi para não me machucar, não por ser a primeira vez, mas pela espessura, afinal meu namorado tinha um pau menor e com ele eu era versátil. Foram 15 minutos de puro prazer, ela me virou e me deu um banho de porra até o pé e caiu sobre mim beijando-me e elogiando pra terminar ela chupou cada dedo do meu pé, aquele travesti nasceu para fuder.
Já estava amanhecendo um sábado muito lindo na ilha de Desterro, convidou-me para tomar café, mas preferi recusar, precisava ir pra casa, um beijo muito gostoso entre mim e ela, quando eu estava saindo ela riu e disse: Contigo tive de ser Sérgio Augusto ...




FAUNA E FLORA







Há alguns anos comecei a ter interesse por contos que relatam sexo com animais e frutas e/ou verduras, mas nunca tive coragem ou oportunidade, com os verdes sim, pois os consumo kkk mas em relação a animais além do receio não os tenho nem em casa e nem contatos com aqueles com quem poderia ter relação como cães, macacos, eqüinos e tal. Sou manezinho da ilha de Santa Catarina, moro no norte da ilha com minha esposa, 3 filhos e meu tio, tenho 45 anos e trabalho na Comcap ( companhia de colheita de lixo daqui) como motorista de caminhão há mais de 15 anos, no ano retrasado ganhei do meu filho mais velho um notbook e comecei a mexer e entrar na Internet, e claro fui a alguns sites pornôs e lá li uns contos deste tipo, mas filmes havia pouco. Nunca tive relação homossexual nem mesmo chupada entre primos, minha família muito controladora e sempre sexo normal com minha esposa com quem só casado há 23 anos, o cu ela deu algumas vezes alegando que meu pau é grande e machuca e oral eu que chupo mais a buceta dela.
Mês passado li um conto que me deixou muito excitado, um rapaz tinha o hábito desde a adolescência enfiar legumes como aipim, cenoura, pepino e outros no cu e sentia muito prazer quando tinha o cu lambido pelo cachorro e um dia tentou dar o cu para um cavalo, mas não conseguiu porém vai tentar outras vezes. Aquilo me perturbou por dias, então semana passada meu primo que mora na Tapera, um bairro no sul da ilha meio rural pediu para eu ficar lá cuidando da rocinha dele enquanto ele ia resolver umas coisas em Campo Erê uma cidade de Santa Catarina, eu estava de férias. Uma noite estava chovendo bastante e pouco trabalhei , fiquei em casa ouvindo música e vendo televisão, até que me lembrei da história dos legumes, fui até a cozinha e peguei um aipim e uma cenoura e comecei a roçar os dois no cu e fui ficando excitado para não me machucar coloquei camisinha nos dois e ia alternando, meu cu alargando eu sentindo muito prazer, gemendo, batendo punheta até que gozei com o aipim no cu e dormi com ele lá, quando me acordei estava com vontade de cagar, com o cu dolorido, mas bem satisfeito e pensei: será que vou viciar?!
Durante o dia fiz algumas coisas, fui à rua, o tempo estava nublado deu para arrumar umas coisas na roça até que senti o cu piscando querendo cenoura e aipim, não quis saber tirei a roupa e fui para o quarto e enfiei só a cenoura, gemia, apertava meus mamilos, passava cuspe lá e acabei gozando tirando e botando aquela cenoura média no meu buraco. Quatro dias antes do meu primo chegar já viciado em enfiar aquelas verduras no cu tentei dar para um pangarezinho chamado Pégasus que ele tem, tive nojo, então resolvi dar um banho caprichado nele e lavar bem o seu pau. Por volta das 22h fui lá no local onde ficava o pangarezinho, ele estava dormindo, peguei na rola dele , mas não tive coragem de chupar, muito nojo, acho que ele não transava há um tempão porque logo logo ela ficou dura, senti um tesão que me assustou, tinha levado gel , enchi meu cu e comecei a roçar nele, o bicho ficou louco e quis forçar, eu deixei até quando agüentei, eu parecia uma égua no cio, gemia forte, me contorcia e pedia para ele enfiar mais como se o animal entendesse e pudesse, até que eu gozei e o Pégasus nada de gozar, bati uma punheta e saiu uma gosma viscosa que ficou no chão, fui para casa e ainda com tesão, os dias passaram, não fui mais ver o cavalo, só nos legumes e acabei voltando pra casa, porém aqui não tenho coragem nem de enfiar o dedo no cu só continuo lendo e vendo coisas do tipo e quando como a pomba da minha mulher penso, fico mais excitado e ela que sofre e numa dessas vezes pensei no meu pangaré.





EM UM BAIRRO DA VELHA FLORIANÓPOLIS





Sou um maranhense de Carolina que vim passar um tempo na casa de um conterrâneo que mora no bairro do Saco Grande, ele já estava no bairro há um ano e meses, isto aconteceu em 2010 no começo do ano, quase todo dia eu ia à praia às vezes sozinho outras com meu colega, mas em relação a transar ficava meio difícil pois não conhecia ninguém, tinha receio de sair sozinho e me perder e o bairro é meio barra pesada. Meu colega tinha um garoto a quem ele fornecia “marmita” às vezes, meio marginalzinho.
Precisei de uma costureira para consertar uma bermuda e colocar um zíper numa calça jeans e encontrei a profissional no começo de uma ladeira (ainda bem porque não tenho disposição para subir estas ladeiras íngremes ) fui bem cedo enquanto estava conversando com ela eis que surge seu filho saindo do banheiro só de cueca com aquela meia excitação matinal, eu não acreditei naquilo, ele ficou muito sem graça se desculpou e a mãe deu uma bronca e se desculpou comigo, eu disse que não havia problema e já estava acostumado pois morava com irmãos, então começamos a conversar sobre família e minha vida no Maranhão e tal, mas eu não conseguia baixar o pau pensando naquele moleque loirinho com um corpo bem gostosinho, uma bunda maravilhosa e cabelo raspado e com jeito de educado e estudioso e com aparelho nos dentes. A mãe disse que ele tinha 20 anos e se chamava Nestor e que trabalhava num supermercado do Floripa Shopping há mais de 2 anos e que não dava trabalho, ficamos nisso uns 20 minutos até que fui embora, cheguei a casa, tomei banho e resolvi me deitar e pensar no Nestor . . .
Tenho traços indígenas, um pau de 21 cm, sou ativo. 1m68, pratico musculação, sou o que chamamos aqui no Nordeste, meio batoré kkk, no começo da noite fui ao shopping e advinha onde fiz compras? E por um acaso encontrei minha delícia num corredor, ele me reconheceu e se desculpou mais uma vez, disse-lhe que tinha chegado há uma semana e se ele aceitaria tomar uma gelada comigo , então marcamos num bar no centro perto da Praça XV próximo ao antigo Terminal Rodoviário, ele me explicava as coisas, sem dúvida era um rapaz encantador, gentil, gostoso e bonito e eu já explodindo de tesão, bebemos pouco eu muito menos, de vez em quando ele me abraçava, como colegas heterossexuais sem forçação , falava de mulheres, do trabalho e irmãos e eu segurando a barra, quando demo-nos conta já passava das 2h, ainda bem que era folga dele no dia seguinte , pegamos um táxi, perguntou se poderia dormir lá em casa pois chegar àquela hora em casa não seria legal!
Chegando a casa lhe disse que no meu quarto havia um colchonete de casal e se havia problema, ele disse que não, pois já tinha dividido por meses a cama com um irmão e que iria dormir de bermuda e cueca e começou a rir e disse que roncava um pouco. Tomamos um banho, deitei-me só de cueca fazia muito calor e eu ainda com tesão dividindo a cama com uma coisa gostosa daquela, no meio da noite o Nestor começou a se mexer ficar impaciente, até que se levantou foi à cozinha tomou água e perguntou se poderia ficar só de cueca não agüentava o calor e tal, ficamos nós dois de cueca, num determinado tempo ele encostou a bunda no meu pau que já latejava, ele se virou pra mim e perguntou se era tesão por ele, eu disse que sim, então ele me disse para chupá-lo disse que o faria se ele fizesse primeiro, ele disse que tinha medo, então dei-lhe um beijo maravilhoso e fui correspondido, ele foi e pegou no meu pau e começou a gemer, aproveitei e desci a mão até a bunda (meu objeto de desejo), ele disse: Não, Josivaldo, tu vas me machucar, cara!!, respondi: Jamais, pequeno, você é muito desejado para eu fazer isso, Nestor, confia em mim, por favor!! Coloquei as pernas dele pra cima, chupei o pau e comecei a lamber aquele cuzinho loiro, ele não se agüentava e começava a tremer e a gemer, subi mordisquei os peitinhos, o umbigo e beijava meu loirinho bastante até deixar ele relaxado e encapar a minha pica passar gel e enfiá-la naquele buraquinho lindo, foi aí que ele se soltou pediu mais, bombei quando sentia que ia gozar tirava, queria o filho da costureira bem relaxado, depois de uns 30 minutos de muita foda eu acabei gozando , enchendo a camisinha de porra dentro do seu cu, mas meu lindo ainda nada, ele pediu pra chupar, chupei e o filho da puta gozou na minha boca, tive a ideia de beijá-lo com a porra dele, ele vibrou e gemia dizendo que queria mais outras vezes e acabamos namorando pelo tempo que fiquei por Florianópolis, quando voltei para Carolina nos falávamos por e-mail e face, um dia ele disse que sentia um tesão enorme pelo meu saco grande !!!!!!!!




ROMPENDO BARREIRAS



A diferença de idade entre mim e meu irmão é de 3 anos, sempre o tive não como exemplo, mas uma pessoa do bem, legal em que quem poderia confiar e com isto passei a nutrir um amor fraterno misturado com atração sexual. Desde os meus 19 anos fui morar com ele no bairro de Barreiros aqui em São José-SC, não tinha vida sexual ou de namoros regular quando dava eu transava ou namorava, há um tempo andava com mais uns 3 rapazes e uma moça , tínhamos uma vida meio alternativa ( digamos assim !!), porém sem tendências apenas fazíamos o que nos agradava em relação a roupas, alimentação, pensamentos, hábitos etc., em relação a namoros só um garoto namorava a única mulher do grupo já antes de eles entrarem. Quando namorava , eram homens da minha idade ou próxima, não me atraem mais velhos e nas minhas masturbações meu irmão era o escolhido sempre na hora do gozo, porque nós sabemos que muitas vezes pensamos em vários homens, situações e cenas, todavia na hora do gozo há o escolhido !!! kkkkkk
Esta situação para mim era normal, somos em 4 tinha pouco contato com nossas outras irmãs, uma morava com nossos pais em Florianópolis e a mais velha no Congo com seu marido trabalhavam numa empresa de cosméticos deste país. Como nossos tataravós paternos vieram de Liechtenstein e pela parte materna temos origem brasileira mesmo ( aí pensem em várias origens kkk) temos uma pele clara e cabelos de um castanho claro, mas alguns com cabelos mais lisos outros nem tanto, bundas e paus grandes , alguns de bunda e pau médio e algumas mulheres são bem bucetudas, mas nenhuma muito peituda. Sou um branquinho de 23 anos, bunda pequena, pau de 19 cm, grossinho e de cabeça grande e rosada, 1m78, 74 ( fiz alguns trabalhos de modelo e propagandas aqui em Santa Catarina), meus olhos são meio cinzas, boca vermelha, parece que uso batom e meu nome é Pólux W. Ramos Bulfinch, nossa família é meio conhecida no bairro de Barreiros, saio pouco, não fumo nada, mas gosto muito de conhaque e anis, visto-me de maneira normal, saio com meu grupo e vou muito a uns barezinhos aqui do Kobrasol ( outro bairro de São José) .

No começo de setembro resolvi morar com meu irmão Castor W. Bulfinch para estudar melhor para o vestibular do final do ano da UFSC, ele é formado em Direito e Ciências da Computação, mas não tem nada de gênio, só é estudioso e gostoso, de quando em quando saímos juntos, ele não se importa com minha vida, só pediu para ter responsabilidade, evitar levar pessoas a nossa casa e seguir algumas regras da casa, fora isso é tudo de boa, ele é noivo da Circe há 2 anos pensam em casar-se em março de 2014 numa cerimônia de Umbanda ( ele não tem religião e ela segue esta religião. Em outubro comecei a ter uma coceira no ânus e depois de 3 dias resolvi me consultar, o médico passou uma pomada que deveria usar por um mês e depois voltar para ver se estava tudo em ordem. Cheguei em casa contei a situação ao Castor ele riu e lhe pedi para passar pois daria para ele ver e passar melhor.
Sempre fomos ligados e não havia problema nenhum em ficar com o cu exposto para o meu irmão e tampouco para ele passar a pomada, toda vez que ele passava ele brincava perguntando o que havia feito, se eu estava dando o cu para um cavalo ou para dois paus ao mesmo tempo eu ria e perguntava se era da conta dele, ele dizia que não, mas não queria um irmão arrombado então caíamos na risada. Só que depois do quinto dia só o fato de tirar a roupa eu já começava a me excitar, num dia durante a sessão de CUrativo , eu pedi pra ele desligar a luz e ligar o abajur alegando que a luz estava me ardendo os olhos. No instante eu não aguentei e soltei um gemido abafado, mas meu irmão deve ter notado e começou a massagear meu cu com certa pressão e dar tapinhas bem no meio e com isto meu pau só endurecendo, ele notou e me chamou de safado e pegou no meu pau e disse que meu pau era maior do que o dele e que ele tinha descoberto porque meu cu estava esfolado: eu estava usando o método do elefante, usando a tromba, não agüentamos e começamos a rir meu pau deu até uma amolecida, então ele parou por ali.
No outro dia ele chegou tarde eu já estava dormindo então não houve nada, no outro dia ele começou a passar e foi a mesma coisa, foi aí que lhe propus ficar só de cueca estava calor e eu já o conhecia pelado , ele disse : é mesmo !!!, só que a coisa esquentou , eu peguei na mão dele e forcei no meu cu e pedi para ele enfiar o dedo , eu aproveitei e passei a mão no pau dele que estava muito duro, peguei o Castor e puxei pra mim e lhe dei um beijo, bastou para ele tirar a cueca e começarmos um esfrega-esfrega maravilhoso, não me segurei e disse: irmão, por favor, entenda o que sinto por você, não pára e deixa acontecer o que os nossos sentimentos guiarem, ok? Ele disse: confio em você, Pólux, e eu imaginava que alguma coisa parecida ainda iria acontecer entre mim e ti !!!! Ele chupou meu cu e meu pau, eu comecei a chorar, mas um choro só de lágrimas sem soluços ou som, meu irmão de 1m70, 72 kg, cabelos meio aloirados, olhos pretos, corpo de academia e de um pau um pouco menor que o meu estava me dando um prazer com o qual sempre sonhei e de uma maneira espontânea, real e pura, puxei o rosto dele até a mim e lhe disse: Melhor parar por aqui, mano, tenho medo de ter a certeza de que sou apaixonado por você, não ser correspondido sofrer ou mesmo te fazer sofrer !!! Ele me respondeu: o amor de irmão já temos, arrumar outro talvez fique mais fácil e começou a rir, ele sempre foi meio debochado. Resolvi sair da cama ir para o banheiro e lá chorar com força e som, ele foi atrás , bateu na porta esperou uns dois minutos, mas entendeu que eu precisava ficar sozinho.
No dia seguinte ele foi ao meu quarto passar a pomada, disse que não precisava pois já havia melhorado, ele disse que melhorado não era curado e mais um motivo para eu continuar o tratamento e parar de bobeira que hoje ele iria usar um outro método, tirei a roupa e me deitei, meu irmão ficou nu também se deitou do meu lado e disse: Pólux, vou te dizer o que achei de ontem, do que aconteceu entre nós e sobre tuas dúvidas em relação a nós dois, mano!!! Foi quando o vi colocar um pouco de pomada na cabeça daquele pau lindo e enfiar no meu cu com todo cuidado, não aguentei e dei um gemido e o apertei forte contra meu corpo, ele então me beijou e me perguntou: O que fazemos em relação ao meu noivado?
Disse-lhe que não sabia, mas não seria justo com a Circe, ele disse que era para eu escolher: o seu noivado ou uma relação comigo, não pensei muito: Fica comigo, só não te darei filhos, mas o resto tudo!!! Ele bombou muito, fez com que eu me sentasse em cima do rosto dele e chupou, lambeu, mordeu e beijou meu cu, não esqueceu meu pau, mordeu meus peitos, meu umbigo, beijou-me todo, cheirava minha bunda, beijava e de repente me sentou em cima do seu pau, beijando e mordiscando meu peito gozou no meu cu dizendo: Mano, eu quero você porque tenho certeza que sempre nos amamos e também quero descobrir contigo o prazer de fazer amor com outro homem.
Entendi que entre nós não haveria passivo ou ativo, desci até o pau do meu irmão e suguei o resto de sêmen e com isso ele foi endurecendo , fui até o cu cabeludo ( ao contrário do meu !!) e com todo carinho fiz o que de melhor eu sabia , Castor estava meio travado, mas eu entendia, mas teríamos muito tempo para aprendermos juntos. Mano, quero te comer de frango assado assim posso ver teu lindo rosto e gozar te dizendo que te amo e assim nós fizemos, foi aí que meu mano deu uma suspirada mais profunda talvez o tenha machucado, pelo menos três vezes por semana fazíamos amor, continuamos com quartos separados, mas só de fachada, eu tenho cama de casal, seguíamos vida normal, mas tornei-me ansioso para chegar a casa, agora que faz um calor aqui em Santa Catarina ficamos nus por sorte ao redor do nosso edifício só há casas e moramos no sexto andar. Ah. não passei no vestibular, falta de tempo para estudar kkkk e meu cu está muito bem em relação a tudo pois é muito bem cuidado e em relação à noiva, Castor terminou alegando perda de interesse por ela e que estava a fim de uma nova vida sem tanta preocupação e assim até agora nos últimos dias de 2013 levamos uma vida bem divertida, matrimonial, sexual e feliz neste bairro de josefense chamado Barreiros.



DANDO MEU CU A UM MORADOR DE RUA






Mais uma vez venho contar minhas homoaventuras nas noites catarinenses, desta vez no bairro Flor de Nápolis em São José. Por morar de aluguel de quando em quando estou de mudança e prefiro conhecer melhor o bairro onde moro à noite ou mesmo pela madrugada, não sei o porquê !!!!!!!!! kkkkkkkk, este bairro é o melhorzinho desta parte da cidade de São José da Terra Firme, por conseqüência existem pedintes, alguns até interessantes, outros não dá nem pra ver, morava na rua geral num sobrado rosa, cheGAY a dar umas trepadas com caras que conheci em outros lugares ou pela sala de bate papo, porém adoro caçar nas noites em que estou com insônia, o problema que não tenho nenhum vício, então tenho receio às pessoas que têm.
Quando ia a dois supermercados que ficavam perto da minha casa ficava de cu em alerta juntamente com meu olho, numa destas idas vi um rapaz de pele clara, ainda no começo do uso de drogas, ou seja, ainda era possível dar uma investida e um banho faria efeito nele. Ele notou que eu gosto de dar cu e veio aproximando-se e pediu dinheiro, disse-lhe que dinheiro não tinha, mas se quisesse comer eu poderia ajudar ( sem trocadilhos, caro leitor !!!), ainda estava na linha ASSISTENTE SOCIAL , falei que ele esperasse minha volta do supermercado que então passaria por lá e iríamos a minha casa. Ele era uma delicinha, uma bermuda meio limpa, sem cueca que dava pra ver que o pau era bom, dei um pão e café com leite depois uma fruta, disse que tinha de ir embora porque eu ia trabalhar, mas que voltasse à noite, faria uma janta legal, fui trabalhar ...
... por volta das 22h45 ele bateu palma no portão, desci ( morava na parte de cima ), abri e disse para entrar e ficar à vontade, a janta já estava pronta, sugeri que tomasse um banho e colocasse umas roupas que eu sempre tenho pra doações. O garoto foi tomar banho e disse-lhe que depois levaria a toalha, passados uns cinco minutos resolvi abrir a porta para entregar a toalha e começar a investida. Quando entrei o mancebo já estava de pau duro e com a cabeça cheia de espuma, aproveitei e disse a ele que iria ajudá-lo como ele concordou meu cu começou a piscar e meu pau a endurecer, pego uma esponja e começo o meu limpo, solidário e santo trabalho, passo pelas costas e vou até o cu dele, ele resiste um pouco, mas digo que não quero comê-lo, ele acaba relaxando aproveito e digo que vou tirar a roupa pois já estava molhando, viro ele de frente, fico de joelhos e vou direto para chupação, ele começa a gemer e dizer que sabia que iria acontecer aquilo, depois vou e fico atrás dele roçando meu pau, beijando fazendo carinho e apertando o seu bico do peito de macho, ele começa a delirar, daí para o beijo na boca e ele chupar meu caralhão de 20 cm foi um pulo, depois de um quarto de horas saímos do banheiro e fomos para minha boa e fiel cama de casal.
Lá eu disse que adorava chupar cu e ter o meu chupado também, ele veio com o papo que não era chegado e que não dava o cu e como eu sou muito sincero disse a ele que pela segunda vez eu dizia que não iria comer seu cu e que se ele não se soltasse e não fizesse o negócio direito pararíamos por ali, ele indo pra casa e eu jantando sozinho. Não precisou mais nada, o machão rapidamente me beijou com vontade e começou a descer a boca até meu pau e do pau pro saco, daqui para o vale entre o saco e o cu até finalmente chegar à caverna do dragão, como fiquei feliz com isto senti que ele me amava e fez isto por paixão kkkkkkkkk. Como ele chupou bem meu cu e meu pau, com muita vontade , eu gemia bastante e pegava no seu lindo e gostoso pau, tamanho normal, ele começou a morder o meu cu e dizer que eu iria chorar na vara dele, nisso eu aproveitei e comecei a lamber e enfiar o dedinho naquele cu cabeludo de ativo, o quarto só cheirava sexo e era uma época de calor , suávamos muito. Eu aproveitei e sentei bem na cara dele, ele pelo jeito gostou, o carinha me jogou na cama e começou a morder meus mamilos e eu chupando aquela rola veiúda. Peguei o meu gostosinho e o deixei de bruços e lambi as costas e o cu e aproveitei e comecei a roçar minha pica ele disse que ia deixar eu fazer só aquilo.
Ficamos nessas preliminares por muito tempo, no fundo confesso que por mim ficaria assim por muito tempo pois não queria que acabasse tudo logo assim que ele gozasse, queria ficar com aquele homem por mais tempo, ele disse ao meu ouvido: Preciso te comer se não meu saco vai estourar, dei a camisinha e pedi que lambesse mais meu toba e que me comesse de frango assado e me beijando muito. Ele bombou bastante, meu cu latejava e eu quase gozando e acabei gozando , ele aproveitou tirou a camisinha e me deu um banho de porra, e acabei fazendo uma coisa que tinha vontade há muito tempo, puxei ele para o banheiro e pedi que mijasse em mim, aquele mijo quente no meu corpo só completou o meu tesão, levantei-me e tomamos banho e nos beijamos como loucos, ele disse que eu sabia trepar e tinha deixado louco de tesão, então disse a ele que ele precisava comer (jantar) e descansar.
Depois de jantar ele disse que precisava ir, pedi pra ficar um pouquinho, então ele disse que não gostaria de sair de manhã e que alguém o visse, mas voltaria quando fosse possível ( já sei quando estivesse com muita fome, fazer o quê?), mas ele voltou e cada vez mais solto, eu cada vez mais envolvido até que fiz a proposta de ter uma coisa mais contínua, ele disse que ia pensar e até hoje minha estátua de Rodin não voltou mais ... kkkkk








PICADAS DO SUL






Este nome sugestivo é de um bairro da cidade de São José em Santa Catarina. Em 2008 na época daquelas enchentes eu morava neste bairro que por sinal não me agradava em nada, na minha rua havia muita casa “estranha”, mas uma era muito esquisita, tipo maloca onde havia tráfico e consumo de drogas, lá eu quase não saía nem para minhas “ caçadas” noturnas kkk. Um dia vindo do meu trabalho à noite vi um rapaz com aquela indumentária típica de marginal, ele passou olhou pra mim e eu também, parou na esquina e resolvi voltar, chegando perguntou se eu tinha cigarro, disse-lhe não usar nenhum tipo de droga lícita ou não incluindo álcool, o garoto deu uma risada e perguntou o que eu fazia então para me divertir, respondi que chupava rola e dava o cu. Nisso ele colocou o pau pra fora, não era muito grande, porém grossinho e uma coisa boa: estava limpo!!

Então chupei com vontade, disse garoto pelo modo de dizer, ele tinha bem uns 26 anos, fortinho, pele clara e cara de safado, aproveitei e comecei a passar o dedinho no seu cu e chupar com vontade a rola, ele começa a gemer, viro o bonitinho e enfio a língua no seu cu de macho marginal, ele me chama de filho da puta e diz aquela clássica: “Ninguém tinha feito isso em mim!” Disse que o cu não dava e quem disse que eu iria comer? Levantei-me e mandei ele fazer o mesmo em mim, depois de uns dez minutos com tesão à flor da pele passei-lhe uma camisinha e mandei ele enfiar rola, ele bombou, bombou e gozou dentro da camisinha beliscando meu peito, chamando-me de puta. Colocamos nossas roupas, eu fui pra casa chegando lá dei uma masturbada legal. Uma trepada meio sem graça para fazer jus ao bairro onde morei.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

SEXO COM UM PADRE NEGRO E LINDO


Pra mim todo padre é viado independente de dar cu ou não ou ser bissexual, mas uma coisa é certa eles gostam de se deitar com homens principalmente mais novos. Sou de uma família que vai à igreja quando sobra tempo ou quando nos convém, nasci numa cidade onde há bastantes igrejas principalmente católicas e protestantes com nomes bem engraçados por vezes patéticos e duas em homenagem a uns santos cuja existência desconhecia kkkk. Toda vez que eu ia à missa ficava de olho nos garotos ( inclusive os coroinhas) e no padre um meio loiro que parecia ser bem gostoso e safado tinha um sotaque estrangeiro e era muito cuidadoso com OS fiéis, eu não era de frequentar a casa paroquial nem o confessionário achava besteira, mas confesso que tinha vontade de ver o padre Epilef pelado e quem sabe trepar com ele, já tinha 12 anos e sabia que meu corpo chamava a atenção das pessoas.
Nesta época eu e minha família nos mudamos para SC onde moro até hoje. Há anos moro no bairro de Forquilhinhas em São José, namoro um rapaz bem gostoso e trepamos bastante, ele sabe chupar um pau e um cu como poucos, já trepamos a três, ele sabe fazer bem o papel de passivo e ativo muito bem e eu também não fico atrás, nasci para isso kkkk !!!!!!!
Um dia fui ao supermercado Xande aqui no bairro e depois resolvi passar por uma loja de 1,99 e lá olhando as coisas percebi que havia um rapaz de mais ou menos 30 anos, muito bonito, de maneiras educadas, cheiroso, bem vestido e de um corpo todo lindo, negro e tesudo, fiquei logo excitado, bolei um plano e me aproximei dele, perguntei a ele se ele conhecia uma certa marca de camisinha que vendia lá na loja ele me respondeu que não sabia porque não usava, estranhei, então brinquei: “ marido fiel, né? kkk “, ele disse que não usava porque era padre, pronto bastou para o meu pau quase rasgar a cueca e meu cu começar a piscar, então vim com um papo bobo dizendo que pouco ia à igreja por falta de tempo, do meu tempo de escola e minha vida religiosa na época. Inácio disse que estava na casa dos pais, a paróquia dele é no interior do RS, perguntei a ele o que faria à noite, como não faria nada o convidei para ir a minha casa e para meu espanto ele aceitou, muito bom pois meu namorado estava viajando para o exterior.

Por volta das 19h Inácio apareceu em minha casa, moro perto de uma escola pública aqui de Forquilhinhas ele estava com uma roupa mais leve afinal de contas fazia calor, conversamos sobre alguns assuntos, ele tinha um cordão com um crucifixo grande no pescoço, eu cheio de más intenções, bebemos um refrigerante ( nem eu nem ele bebemos bebida alcóolica ), ele talvez só vinho kkkk. Sou tão ordinário que derramei de propósito um pouco de refrigerante na calça clara dele, pedi-lhe desculpas e disse para ele tirá-la para não manchar , quando o padre tirou a calça a cueca veio junto e o pau já estava duro entendi a mensagem e coloquei a boca, ele tentou disfarçar e pediu pra eu parar, eu disse: “ pára de frescura, Inácio, curta o momento!”, ele deu uma gemida, já fui baixando e chegando àquele cu lindo e cheiroso, lambi, mordi, chupei, ele me virou e caiu de boca na minha rola de 20 cm, a dele tem 17 cm daí começamos a nos beijar loucamente, ele me sentou na minha cara e aproveitei para chupar o pau e o cu e mandei ele deixar aquele pau duro e me comer bastante. Ele disse que fazia tempo que não dava uma trepada gostosa como aquela, disse que eu era um diabinho, então disse a ele que tirasse o demônio de mim com aquela rola dentro de mim, ele me virou de cabeça pra baixo e enfiou aquela pica preta maravilhosa eu gemia como uma puta e ele também, de repente ele enfia o dedo no cu e pedi pra eu enrabá-lo, cuspi na mão e passei na ruela de Inácio e enfiei minha rolona no viado do padre que gemia e dizia que queria gozo na boca, foram muitos beijos, chupadas e mordidas. Uma hora olhei para o lado e vi o crucifixo dele , peguei e mandei ele passá-lo no meu corpo e depois enfiar no meu cu afinal eu estava com o diabo no corpo kkk, ele disse: “ Isto eu não faço, aí já é demais !!!”, disse-lhe que demais era ele trepar como uma putinha e ficar de frescura, peguei a sua boca e dei uma mordida ele me chamou de filho da puta , deu um tapa na minha cara e enfiou o crucifixo no meu cu rosado eu dei uma gargalhada e cuspi na cara dele , xinguei bastante e mordi bem no meio do cu do meu santo do pau nada oco, ele enlouqueceu e disse que queria fazer um 69, fizemos e acabamos gozando um na boca do outro, ele acabou dormindo lá em casa e demos outra trepada, afinal meu ministro da Santa Sé há tempo não trepava e não sabia quando iria, porém disse que na cidade dele evitava qualquer contato íntimo com os homens de lá , mas já havia tido, pois era difícil segurar e recebia muita cantada tanto de homem como de mulher. Na segunda-feira ele foi embora, mas disse que quando viesse a meu bairro iria me visitar e quem sabe transar com meu namorado também. Sem dúvida Inácio era um padre que merecia um altar para transar muito ...


FODA EM CAMPINAS




                 Refiro-me ao bairro de Campinas na cidade de São José-SC, é um dos melhores bairros da cidade, inclusive para fodas, há bastantes viados, andarilhos, mendigos e drogados claro que estes estão também nos três primeiros grupos kkk. Adoro uma foda casual e noturna principalmente depois da meia-noite e ruas desertas! Como tenho muito insônia resolvi dar uma volta pelas ruas e ver o que poderia acontecer. De repente vejo distante de mim um vulto masculino acelero o passo, mas quando chego não dava pois além de velho era feio e já bem acabado pela droga e pelo álcool, porém continuei afinal sou brasileiro e como dizia o slogan do Lula sou brasileiro e não desisto nunca, depois de umas caminhadas vejo um rapaz mijando passo por ele e dou uma olhada na rola e ele logo percebe que gosto daquilo e de muito mais, paro na esquina olhando a paisagem e ele continua lá, agora apertando o pau e me olhando entendi a mensagem e volto, chego perto e já pego no pau, sou muito direto e nem tenho tempo, idade ou mesmo disposição para perder tempo, ele era uma pessoa comum como eu à procura de sexo ( talvez !!!), ou seja, limpo, saiu de casa ou indo pra casa, dando uma volta. Então peGAY naquele pau grosso, grande e gostoso como o meu e também parecia ter a mesma medida: 20 cm, ele era moreno, cabelos claros, um corpo bonito, nada de bombado, comecei a chupar e passar a mão na bunda e aos poucos cheGAY ao cu, fiquei um tempinho nisso e ele gemendo e falando coisas bem safadas, depois me levantei e ele começou a chupar meu pau e cu, eu arregaçava bem, levantei-me e começamos a nos beijar, dei a ideia de irmos a uma praça escura e onde há uns bancos.

               Chegando lá beijei aquela boca gostosa e ele sabia beijar bem, nossos paus muito duros, foi então que ele se deitou no banco e começamos a nos roçar loucamente e gemer, tiramos nossas roupas eu juntei as pernas dele e segurei com uma mão e comecei a lamber, chupar e morder aquele cu (imagina a loucura!!!!!!!), peGAY  meu pau e comecei a passar no cuzinho dele, depois fui e beijei aquela boca, ele disse no meu ouvido que queria me chupar todo, virei ele e eu fiquei no banco ele se ajoelhou e chupou meu pau, mordiscava minha barriga e meu umbigo, de longe ouvíamos barulho de carro, já passava das 2h, ele chupava o dedo e enfiava no meu cu, o danado era como eu adorava trepar, ele começou a lamber minha perna e chupar meu pé, já haviam feito em mim, mas daquela maneira não, meu pau latejava e meu cu piscava, peguei uma camisinha coloquei no pau dele e me sentei aos poucos , ele me levantava e baixava, eu beijava aquela boca  e quando dava enfiava meu dedo no cuzinho dele, ele pediu para eu me levantar e me apoiar no banco, foi aí que ele gemia mais e dizia que eu era o macho dele, mas não gozou, deitamo-nos no banco e começamos a nos beijar e um chupar e morder o bico do peito do outro( tenho o maior tesão !!) de repente eu gozei e ele depois de uns minutos também, levamos a sério a música do Alceu Valença, ele era muito carinhoso, eu colocando minha roupa e ele beijando minhas costas , passando a mão em mim e eu beijando a sua boca. Fomos andando de mão dada, disse que não morava no bairro estava na casa dos tios, mas que adorou a trepada, de vez em quando eu o beijava na boca e apertava aquela rola maravilhosa, preferi não trocar contatos para não criar expectativas vãs e acabar estragando o que houve de bom, entendem? 

QUANDO O AMOR PATERNAL É MAIS FORTE QUE A RAZÃO 2


               ... na verdade tudo começou a mudar depois de me mover bastante na cama pois não agüentava mais o tesão que sentia, me encostei  no Marcus, mas de modo que o pênis não tocasse nele , não sei o que houve que não resisti mais e coloquei a perna sobre a dele e mão no seu pau e estava duro, foi quando ele disse: Pai, alguém tinha de começar, ainda bem que foi você, mas não pára!!!! Então eu fiquei confuso, apreensivo e louco de tesão (agora me lembrando estou de pau duro kkkk), foi muito louco nos beijamos bastante, roçamos nossos paus não tínhamos a preocupação de quem ia ser ativo ou passivo, tomei a iniciativa e chupei bastante aquele cu gostoso guardado por duas polpas lindas que mordi bastante pois era de uma fruta deliciosa kkkk, meu filho gemia muito e pedia: mais pai, mais pai, mas nesta primeira noite não houve penetração. Depois foi a vez do Marcus Vinícius mostrar o que sabia e por sinal me surpreendeu o que o meu garoto sabia, acho que não era sua primeira vez, ele chupou meu pau e meu cu, ficamos a noite toda nos beijando, nos chupando, nos acariciando e nos amando, às vezes queria pintar uma culpa, mas pensava: Não estou fazendo mal ao meu filho apenas estou amando-o de uma forma diferente e mais prazerosa para ambos!
                Quando amanheceu Marcus estava se sentindo um pouco confuso, porém me disse que sabia que queria aquilo pra ele, aproveitei e lhe perguntei se fui o primeiro, ele não veio com estes clichês ( ou mesmo verdades) que se guardou pra mim ou queria que eu fosse o primeiro, não, ele teve algumas experiências com colegas, experiências estas de todos os tipos, chupação, penetração e masturbação coletiva com outros homens, mas com mulher não, aquilo me deixou mais aliviado porque não fui eu que o “introduziu” neste mundo. Ficamos o dia inteiro em casa, trabalho num lugar que posso faltar devido a minha função a meu tempo de casa, almoçamos juntos e fomos dar um jeito na casa, à tarde resolvemos descansar na varanda, nos deitamos num tatame meio velho que eu já tinha há anos e lá tivemos nossa primeira relação sexual  intensa.
                  Eu e Marcus Vinícius temos uma sexualidade muito aflorada, comecei a tirar sua roupa e beijá-lo, só em me lembrar meus 21 cm endurecem, comecei a ficar mais safado afinal pudor pra quê? Não resisti a seu pau de uns 19 cm, chupei muito e meu filho gemia e dava gritos me chamando de safado, tarado, gostoso e até filho da puta ( perdera o respeito mesmo !!!! kkk), ele me virou e me disse que ia chupar meu cuzão e me mostrar o que sabia e no que podia melhorar, o garoto chupou meu cu, meus mamilos e enfiava os dedos no meu cu me fazendo delirar, de repente ele encosta o pauzão no meu cu e enfia , que delícia , ele me comia de frango assado , nos beijamos muito e ele bombava com maestria tirando e colocando , dava tapinhas no meu cu, beijava , chupava, mordia e eu só piscando e dizendo que queria ver se ele sabia fuder mesmo, foi qdo ele me virou enfiou os dedos no meu cu e na minha boca e bombava bem forte, alargando meu cu depois de uns dez minutos ele gozou dentro do meu cu, vocês devem imaginar a delícia que foi, eu queria que o tempo parasse !!! Eu não perdi tempo peguei o moleque e cravei meus dentes naquela bunda para demarcar território e disse que faria com ele pior do que ele fez comigo, depois o virei de cabeça pra baixo e chupei aquele cu juvenil e varonil kkkk, ele se torcia e pedia mais, me xingava e dizia : me fode, pai!!!, comecei a enfiar dois dedos, morder , foi quando mirei seu cu e enfiei com tudo, ele gritou e disse para eu não tirar, aquele garoto sabia e gostava de trepar e eu estava louco por ele e senti que não seria nossa última transa. Suávamos muito e o tesão era intenso, creio que se chegasse alguém não pararíamos, ele rebolava e pedia mais, eu tira e colocava, depois tirei e o Marcus se deitou de frente pra mim e beijei e mordi aquela boca linda, esfregando os nossos paus, ele colocou as pernas no meu quadril foi qdo meu pau entrou naquele buraco de novo e começamos a nos beijar mais e os xingamentos aumentaram, ele pediu para eu bater nele, coisa que nunca fiz nem quando merecia, não perdi tempo, ele se contorcia e seu pau estava duro de novo ficamos nessa por um tempão, já não aguentava de tanto tesão, me deitei na cama e coloquei o Vinícus para se sentar na minha rola ele veio descendo devagar só pra me fazer “sofrer” de repente ele se senta com tudo, não agüentei e dei um grito e ele disse: fode o meu cu com vontade e me dá leite, afinal sempre gostei de leite agora quero do papai, bombei, bombei, bombei até que empurrei o garoto pra fora da cama e esporrei na sua cara e boca e lhe dei o leite paterno, aquele que nunca seca e com o qual  ajudei a fazê-lo!!!!
                 Não fomos tomar banho, nos deitamos e nos beijamos bastante, enfiando o dedo no cu dele e ele no meu, lambi a cara daquele safadinho lindo, então ele disse que me amava como pai e como homem, eu disse que continuava  amando-o como filho, afinal é o que ele é meu !! Transamos muito naqueles dias, depois voltamos a rotina de trabalho e escola, disse ao Marcus Vinícus que deveria arrumar alguém, homem ou mulher afinal de contas eu iria envelhecer e ele era bonito, gosto e fogoso. Transamos por meses não vou contar nossas transas pois viraria aquelas novelas daqui de infinitos capítulos que por sinal acho bem chatas. Foi assim que começou nosso romance e não sinto nada de ruim, afinal adiantava não transar e sentir o desejo? Transamos em nossas viagens, em alguns lugares da cidade , quando viajávamos parecia que éramos namorados não que nos beijássemos na rua, mas pelo clima. Há mais de um ano meu filho arrumou um namorado três anos mais velho que ele e pelo qual não sinto nenhum interesse sexual, um rapaz negro lindo que estuda engenharia na federal do nosso estado e mora sozinho, o safado do meu filho me fez a proposta de um ménage à trois, mas recusei acho que nosso relacionamento tem de ficar entre mim e ele, concordam? Eu sigo na minha vida de solteirão convicto, todavia quero encontrar um cara legal. Então foi isso, demorei, todavia cumpri!! Abraços a todos que leram e principalmente àqueles que tiveram a consideração e o carinho de deixar recados tão motivadores e a paciência de esperar a segunda e última parte.

QUANDO O AMOR PATERNAL É MAIS FORTE QUE A RAZÃO 1

             




  Não quero persuadir, incentivar e tampouco chocar ninguém. Meu relato é de um homem de 39 anos que tem um filho de 19 anos com quem tem uma relação de confiança há muito tempo, mais precisamente há 9 anos quando sua mãe se separou de mim e foi viver com outra mulher, porém sempre foi presente, mas preferiu que eu criasse o Marcus Vinícius por causa da sua situação afetiva. Desde então tive alguns relacionamentos heterossexuais e muitas transas com homens, todavia nunca tive uma pessoa que levasse pra casa e apresentasse como namorado ou namorada, preferi trabalhar, viver para meu filho e preservar nossa casa, ou seja, seria o NOSSO lar!
               Meu filho sempre foi muito dado a esportes e a brincadeiras, eu  fazia questão que convivesse com pessoas da sua idade, tanto na escola, como em cursos e na família, quando vinha da casa da mãe sempre trazia novidades incluindo histórias, brinquedos e passeios. Fabíola preferia ficar só os dois, mas às vezes saiam os três, para Marcus a companheira ( e era mesmo no sentido amplo da palavra !!!!) da mãe era uma colega que  de vez em quando ia lá, depois na fase da adolescência soube a verdade e não lhe causou traumas, revoltas ou afins, acho até que lhe era uma coisa sem muita importância, o que mais lhe chateou foi nossa separação.
                 Desde cedo sempre tive impulsos pelos homens da minha família e por algumas mulheres, o incesto sempre me fascinou, resolvi isso lendo sobre tal ou vendo filmes ou revistas sobre o tema ( poucas na minha adolescência lá pelos 80 e 90), mas nunca me interessei por primos (as), sempre os mais velhos: pai, tio, avô, padrinho, irmão e me masturbava bastante. Em relação ao meu filho sempre o respeitei e tão pouco fui pedófilo, desrespeitador ou tarado e os homens com quem me relacionava eram da minha idade ou próximo, evitava mais novos ou parecidos com meu filho talvez para evitar qualquer tipo de “ vontade”.
                 Quando meu filho entrou na adolescência ele se desenvolveu rapidamente ( talvez aos olhos de um pai !!!) ele era e é bonito, muito esporte, alimentação boa ( sem tantas porcarias tanto industrializadas como naturais), ele chamava a atenção de muita gente e eu também sempre fiz alguns esportes, passamos a formar a dupla saúde (kkk), de vez em quando Marcus me perguntava sobre coisas relacionadas à sexualidade incluindo a questão da homossexualidade, uma vez ele me perguntou se  sentisse desejo por um outro garoto ou mesmo tivesse um contato mais íntimo com outro ele seria gay, eu lhe respondi que sexualidade é mente e corpo e talvez não, ele continuaria do sexo masculino ( resposta evasiva, porém foi a melhor que tinha !!! kkk), não sei porque ele dormia comigo até os 16 anos( intensificou a partir dos 14) ou no meu quarto ou mesmo na mesma cama e a partir desta idade o desejo por ele começou a despontar e comecei a perceber que ele começou a fazer questão de ficar mais comigo, sempre andava pelado ou de cueca e eu preferia short e  camisa, quando eu estava no banheiro independente do que estivesse fazendo ele entrava ou para usar o vaso ou tomar banho, uma noite estava muito quente, moramos num lugar quente no verão , ele resolveu dormir pelado comigo e no meio da noite ele disse para eu ficar pelado também pois éramos homens e só estávamos nós em casa e foi aí que nossa vida começou a mudar ...

TREPANDO COM UM USUÁRIO DE CRACK



                  
                 Fui morar num bairro de Florianópolis-SC em agosto de 2009 no norte da ilha, à noite aparecem muitos habitantes noturnos: usuários de droga (principalmente), moradores de rua e andarilhos, no primeiro grupo existem mulheres e homens jovens, velhos, feios, bonitos, magros, gordos, limpos e sujos e aqueles  que por causa da droga gostam de dar uma trepada, se bem que gosto daqueles que estão no começa de “carreira”, ou seja, ainda estão bonitinhos sem marca de desleixo.
              Uma vez sai pela rua atrás de uma aventura sexual por volta das 22h, em agosto aqui faz frio, estava de toca, andei um pedação na volta já perto de casa vinha um garoto meio sarará, mal vestido, meio estranho, com uma mochila, mas resolvi usar o golpe de onde fica a farmácia (kkkkk). Ele  olhou para trás e deu uma paradinha deve ter notado então começamos a conversar, falou dos problemas dele que havia sido expulso de casa pelo pai e que estava cansado e com fome, vi que ele era uma delícia e até bonito, resolvi convidá-lo para ir lá em casa e assim daria um banho para ver o que estava escondido embaixo daquele encardido.
                Chegando a casa, ele foi tomar banho e usei o segundo golpe mandei que fosse tomando banho que depois ia levar a toalha quando abri a porta vi uma rola linda, um corpo delicioso, ele fez uma cara de safado, dei uma roupa e ele comeu, decidiu ficar e dormir, minha cama era de solteiro, deitamos de lado contrário. Claro que eu não conseguia dormir, de repente encostei e notei o pau meio duro resolvi investir, então ele me perguntou se eu era gay disse que sim e ele disse que desconfiara. Peguei no pau e comecei a chupar, um pau lindo grosso, grande, veiúdo. Ele pegou e enfiou aquela delícia no meu cu guloso, socou bastante, só que ele não era nada carinhoso e nem beijava. Ele passou a vir de vez em quando, mas começou a ter umas atitudes idiotas então resolvi dispensar.

O MOTOQUEIRO NEGRO



MEU MOTOQUEIRO NEGRO

                Dia 19 de março de 2006 fui a única sauna de Taguatinga ( na época), lá no Distrito Federal e por acaso conheci Marcelo, um rapaz lindo, gostoso e negro (biótipo que me agrada bastante) ele passou por mim e fui atrás. Quando chegamos a um corredor escuro que dá acesso à sauna a vapor, mal nos cumprimentamos e já começamos a nos acariciar, nos beijar. Então vieram as chupações, começamos a chamar a atenção das outras pessoas.
               Eu o joguei na parede com uma violência branda. Iniciou-se assim uma sessão de sexo explícito, em que os demais podiam assistir, mas não participar. Ele chupava meu cu, meu pau, dava mordidas pelo corpo principalmente nos mamilos. Entre beijos, abraços e fungações  chegamos a nos sentar no chão. Ficamos nessa exposição pública por volta de uns 40 minutos. O pessoal tentava nos tocar, mas ele não deixava.
             De repente apareceu um branco com uma pica bem grande, grossa e gostosa do tipo que me agrada (GGG), peguei e comecei a masturba-la, mas Marcelo não concordou disse que eu era a putinha dele. Depois disso as pessoas começaram a formar duplas ou trios, foi genial! Resolvemos ir para uma cabina. Lá a foda foi tudo de bom. Chegamos ao êxtase sexual. O suor era nosso lubrificante.
               Marcelo é só ativo, mas liberal, do jeito que eu gosto, ou seja, faz e aceita tudo, chupa pau e cu, beija na boca, lambe o corpo todo, inclusive o pé. Posso dizer que havia muita paixão entre nós, pois sabíamos trepar, fazer carícias e declarações. Ele me comia em todas as posições até comigo de cabeça pra baixo. O calor era intenso na cabina. Aquele  pau preto, grosso e meio torto, entrava e saia com todo cuidado. Ele sempre preocupado em perguntar se não estava me machucando. Mas como iria me machucar uma coisa gostosa como aquela !!!!!??????
               No final trocamos telefone com a promessa de ele me ligar quando chegasse a casa. Marcelo não prometeu nada em relação a namoro, só disse que poderíamos nos ver. Eu já estava completamente maravilhado ( não apaixonado !!) por ele. Conforme o pedido, ele ligou no meu celular. Passei o número da minha casa e então ficamos conversando por muito tempo. Falamos as mais loucas sacanagens, acabamos numa gozada. Marcelo disse que viria até a minha cidade, vestido de motoqueiro para me comer no meio da rua na madrugada.            
               Certa vez às 5h (eu tinha de levantar-me uma hora depois) Marcelo ligou para dizer que queria enfiar o pau no meu cu pois queria me fazer gemer até eu pedir para ele tirar. Só em pensar fiquei todo excitado. Ele falava que eu era sua puta, então inventei um personagem que o deixou com ciúmes e ele disse que iria dar porrada nele. Pelo telefone, eu mandava ele imaginar que estava chupando meu pau, definitivamente não podíamos mais ficar uma noite sem nos falar.
               Meu lindo conforme havia prometido veio até a minha cidade de moto de madrugada. Eu estava com uma bermuda bem justa que realçava minha deliciosa bunda. Subi na moto do meu homem e seguimos até um local escuro, embaixo de umas torres de transmissão. Ele foi dizendo muitas sacanagens, assim que chegamos tiramos nossas roupas, então o maluco abriu minha bunda, lambeu, chupou, mordeu e sugou meu cu e meu pau ao mesmo tempo eu gemia e gritava.
                 O meu homem me deixou de quatro meteu a pica bem fundo pegou no meu pau e bateu uma pra mim. De repente, meu deus afro-brasileiro começou a me pegar com força e passou a socar aquela pica preta no  meu cu sedento. Comecei a xingá-lo e dizer que era um corno que outro motoqueiro sabia trepar melhor do que ele, Pra que disse isso? O tarado ficou com raiva e ciúme, então eu sofri, ou melhor, meu cu sofreu naquela pica maravilhosa. Ele bombou muito e gozou no meu corpo, disse que não era para eu dar pra ninguém caso contrário ele daria porrada em mim e no cara.
               As ligações noturnas continuaram. Eu pensava cada vez mais nele. Só em ver o número dele no celular ou no identificador de chamada já me dava tesão. Em certa ocasião em que eu passava por um problema familiar resolvi ligar para ele e pedi que viesse até minha casa pois não queria ficar sozinho naquele dia dessa vez não era só por causa de sexo mas sim para ter a companhia de alguém. Apesar dos meus lamentos Marcelo não queria vir. Eu depois de conhecê-lo melhor comecei a acha-lo meio frio, meio fechado, misterioso, mas não chegava a ficar incomodado apesar de no fundo desejar ter uma pessoa mais próxima e amorosa.
                Mas de tanto insistir ele veio. Acabamos transando só que a conversa e o sexo, dessa vez não foram satisfatórios. Ele até foi meio grosseiro, não me senti bem. Marcelo foi tomar banho e logo foi embora. Depois de alguns dias liguei pra ele. Friamente Marcelo disse para deixarmos as coisas como estavam, ou seja, que cada um seguisse seu caminho. Tudo que aconteceu entre nós foi maravilhoso, mas percebi que ele só queria mesmo eram momentos, aliás como todos que conheci até hoje.